terça-feira, abril 21, 2020

POLÍTICA

“Defender a ditadura é flertar com o caos”, afirma Rodrigo Maia.



O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), repudiou neste domingo (19) os atos em defesa a ditadura que ocorreram em diversos pontos do país. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participou de um ato em Brasília onde os manifestantes pediam a volta do AI-5, decreto mais duro da Ditadura Militar.

“O mundo inteiro está unido contra o coronavírus. No Brasil, temos de lutar contra o corona e o vírus do autoritarismo. É mais trabalhoso, mas venceremos. Em nome da Câmara dos Deputados, repudio todo e qualquer ato que defenda a ditadura, atentando contra a Constituição”, escreveu Maia.

O deputado também afirmou que para vencer o coronavírus é preciso “ordem, disciplina democrática e solidariedade com o próximo”.

“Defender a ditadura é estimular a desordem. É flertar com o caos. Pois é o Estado Democrático de Direito que dá ao Brasil um ordenamento jurídico capaz de fazer o País avançar com transparência e justiça social”, afirmou.

Maia ressaltou que o Brasil já registrou 2462 mortes pela Covid-19. “Pregar uma ruptura democrática diante dessas mortes é uma crueldade imperdoável com as famílias das vítimas e um desprezo com doentes e desempregado.”

“Não temos tempo a perder com retóricas golpistas. É urgente continuar ajudando os mais pobres, os que estão doentes esperando tratamento em UTIs e trabalhar para manter os empregos. Não há caminho fora da democracia”, completou o deputado.

Governadores divulgam carta em repúdio a discurso de Bolsonaro em ato pelo AI-5



Governadores divulgaram carta aberta neste domingo (19.abr.2020) repudiando participação e discurso do presidente Jair Bolsonaro em ato pelo fechamento do Congresso Nacional e do STF (Supremo Tribunal Federal) e contra as medidas de isolamento social pela epidemia do coronavírus. Eis a íntegra da carta (433 KB).

A carta está em nome do Fórum Nacional de Governadores, mas foi assinada por governadores de 20 Estados: Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

A carta não foi assinada pelos governadores do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Rondônia e Roraima.

Na carta, os governadores manifestam apoio aos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), respectivamente.

“Nesse momento em que o mundo vive uma das suas maiores crises, temos testemunhado o empenho com que os presidentes do Senado e da Câmara têm se conduzido, dedicando especial atenção às necessidades dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios brasileiros. Ambos demonstram estar cientes de que é nessas instâncias que se dá a mais dura luta contra nosso inimigo comum, o coronavírus, e onde, portanto, precisam ser concentrados os maiores esforços de socorro federativo”, diz trecho do documento.

Os gestores dos Estados brasileiros também afirmam que diante da pandemia da covid-19 deve-se “superar eventuais diferenças” políticas “através do esforço do diálogo democrático e desprovido de vaidades”. “A saúde e a vida do povo brasileiro devem estar muito acima de interesses políticos, em especial nesse momento de crise”, afirmam.

Frequentemente, Bolsonaro critica duramente os governadores por eles não adotarem medidas que flexibilizem o isolamento decretado por causa da covid-19, como a determinação de abertura de comércios.

Dizem ainda que as medidas de isolamento decretadas se dão com base em “indicativos da ciência, por orientações de profissionais da saúde e pela experiência de países que já enfrentaram etapas mais duras da pandemia”.

No Twitter, alguns governadores repudiaram o ato do presidente:

João Doria (PSDB), São Paulo:


Wellington Dias (PT), Piauí:


Camilo Santana (PT), Ceará:


Wilson Witzel (PSC), Rio de Janeiro:


Rui Costa (PT), Bahia:


Flávio Dino (PC do B), Maranhão:


ATO CONTRA O CONGRESSO E SUPREMO

A manifestação pelo fechamento do Legislativo e do Judiciário foi em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, onde Bolsonaro se reuniu com os filhos, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

No ato, os apoiadores do presidente gritavam “fora, Maia“, em referência ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), carregavam diversas faixas a favor do AI-5 (Ato Institucional 5, decreto emitido na Ditadura Militar que dava ao presidente a prerrogativa de fechar o Congresso e cassar mandatos de políticos; leia aqui a íntegra do texto) e defenderam uma “intervenção militar”.

Em 1 discurso de 2 minutos e 30 segundos, o presidente disse que foi no ato porque acredita nas reivindicações dos manifestantes. Afirmou que não quer negociar com políticos questões relacionadas à continuidade do isolamento social, decretado nos Estados pelo governadores e prefeitos para evitar a propagação da covid-19 –doença causada pelo novo coronavírus.

Vitor Hugo: o ‘Cabeção’ de Bolsonaro se equilibra entre intrigas e missões .



O cargo de líder do governo costuma ser envolto de prestígio. Por ser o parlamentar responsável pelo canal direto entre o presidente da República e o Parlamento, seu telefone é frequentemente acionado, os passos são acompanhados por uma tropa de congressistas, assessores, jornalistas e bajuladores, e a presença é requisitada em encontros com representantes de grandes partidos. É assim que funciona – ou, ao menos, funcionava. Durante os 16 meses em que ocupa o cargo de líder do governo na Câmara, o deputado federal Vitor Hugo (PSL-GO) não raro é avistado sozinho no plenário. Sua presença incomoda alguns congressistas: ele já até acabou defenestrado de reuniões tocadas pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Aliás, há pouco tempo, uma discussão entre os dois quase descambou para os sopapos, e parlamentares tiveram de intervir. As intrigas vão além do Parlamento. O deputado chegou a ser “demitido” diversas vezes por auxiliares do presidente. Apesar do tiroteio, Bolsonaro segura Vitor Hugo no cargo e vem lhe entregando novas missões durante a crise do coronavírus.

Nesta semana, por exemplo, o líder, carinhosamente chamado pelo presidente de “Cabeção,  foi acionado para participar da reunião do Conselho de Governo no Palácio do Planalto – a presença de parlamentares em reuniões da alta cúpula não é usual. Sentado na cabeceira da mesa e ao lado do vice-presidente Hamilton Mourão, coube a Vitor Hugo abrir o encontro para passar um aviso: o governo decidiu fazer acenos ao Congresso. Ao deputado, foi incumbida a dura missão de aproximar o Executivo de deputados do chamado do centrão – tratado até então como inimigo pelo presidente e seus apoiadores, mas cujos votos são indispensáveis para garantir a aprovação de projetos.

Bolsonaro vem mantendo reuniões com lideranças desse time – estiveram com ele parlamentares como Arthur Lira (PP-AL), Marcos Pereira (Republicanos-SP) e Ciro Nogueira (PP-PI). Nos últimos dias, Vitor Hugo e o ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) fizeram duas conferências com representantes do centro. Um detalhe não passou despercebido: Rodrigo Maia não foi chamado para esses encontros. Hoje, ele é tido como o mandachuva do centrão, mas o governo, em pé de guerra com o deputado do DEM, trava uma estratégia para construir pontes que passam à margem da figura mais importante da Câmara. A aproximação entre o Legislativo e o Executivo, como se vê, já começa intrincada. E o resultado até aqui pode ser resumido por uma liderança que participou do processo: “Não está adiantando nada”. Depois de o governo estimular atos contra o Congresso e manter uma gestão sem base no Legislativo, de fato não era esperado que a missão fosse fácil.

Alcolumbre é alvo de apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais.



Até então secundário entre os alvos de aliados do presidente Jair Bolsonaro no Twitter, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), entrou nos assuntos mais comentados da rede social até as 14h deste sábado, 18, com 264 mil interações ancoradas na hashtag “ForaAlcolumbre” em contagem realizada pela consultoria Bites.

O movimento ocorre depois que Alcolumbre praticamente decretou a extinção da medida provisória da Carteira Verde e Amarelo ao tirá-la de pauta na sessão desta sexta-feira, 17, no Senado. Editada em novembro, a MP caduca nesta segunda, 20.

No dia anterior, o senador, ao lado de Rodrigo Maia, assinou uma nota criticando a demissão de Luiz Henrique Mandetta (DEM) do Ministério da Saúde. “A sua saída, para o país como um todo, nesse grave momento, certamente não é positiva e será sentida por todos nós”, escreveram. Antes da nota, o próprio senador ligou para Bolsonaro para dizer que a saída do ministro poderia prejudicar o andamento de pautas de interesse do Executivo no Congresso.

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Alcolumbre tinha tomado café da manhã na terça-feira, 14, com Bolsonaro. Os dois conversaram sobre os rumos do governo. Na ocasião, o presidente do Congresso reclamou que, em algumas situações, os filhos de Bolsonaro acabam mais atrapalhando que ajudando. O senador ficara chateado com as críticas recebidas de Eduardo Bolsonaro nas redes sociais. A trégua durou um dia, até a demissão de Mandetta.

Até ontem, o alvo principal era o presidente da Câmara, que, há mais de 60 horas, está sob ataque dos aliados do presidente Jair Bolsonaro. Maia acumula desde quinta-feira, 16, quando foi alvo de Bolsonaro em entrevista à 

mais de dois milhões comentários negativos, segundo a Bites.

Maia sofre maior ataque do ano nas redes sociais.



Após ser alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro na noite de quinta-feira, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sofreu o maior ataque do ano a suas redes sociais. Apenas no Twitter, 238 mil perfis publicaram 1,6 milhão postagens contra o parlamentar nos últimos dois dias.

Segundo levantamento feito pela consultoria Bites, que considerou o uso da hashtag (palavra-chave) #ForaMaia das 21h de quinta-feira às 18h de ontem, a soma dos ataques bolsonaristas no Twitter equivale a 71% de tudo o que se falou de negativo sobre o parlamentar na rede social em 2020. Isso levou a hashtag ao topo das frases mais mencionadas no Twitter.

Anteontem, Bolsonaro afirmou que a atuação de Maia era "péssima" e insinuou que o deputado trama contra seu governo. "O sentimento que eu tenho é que ele não quer amenizar os problemas Ele quer atacar o governo federal, enfiar a faca. Parece que a intenção é me tirar do governo. Quero crer que esteja equivocado", disse o presidente à rede de TV CNN.

Maia reagiu dizendo que não iria atacar Bolsonaro. "O presidente não vai ter ataques (de minha parte). Ele joga pedras e o Parlamento vai jogar flores", afirmou, também à CNN. No mesmo dia, junto ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ele divulgou uma nota em defesa de Mandetta e dizendo que sua saída não é positiva e será sentida por todos.

Deputados

Os ataques a Maia também partiram dos próprios parlamentares. Foram mapeadas 29 postagens contra ele no Twitter, Instagram e Facebook, com um alcance total de 323 mil interações. O recordista foi o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente. Em publicação no Facebook em que reproduz entrevista em que o presidente confronta Maia, o filho do presidente conseguiu 53 mil interações. Outro ataque partiu da deputada Alê Silva (PSL-MG), que atingiu 7,6 mil curtidas as escrever que Maia ataca a economia para desestabilizar o governo.

De acordo com a consultoria Bites, parlamentares do PT e o deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) foram os mais enfáticos na defesa do presidente da Câmara. Até pouco tempo aliado do presidente, Frota afirmou que Maia "foi espancado pelo Bolsonaro, mas não caiu no conto do vigário". "Agora, Rodrigo, você tem nas mãos nossos pedidos de impeachment", escreveu o deputado em sua conta no Twitter. O líder do PT na Câmara, deputado Enio Verri, disse que a acusação de Bolsonaro contra Maia é uma afronta à sociedade.

O cientista político Humberto Dantas, head de Educação do Centro de Liderança Pública (CLP), afirma que a Justiça deverá fazer uma varredura nos ataques bolsonaristas nas redes sociais. "Existe a ideia de que grande parte desses perfis é composta por robôs, além de uma consciência da existência de um gabinete do ódio no Planalto. Se isso estiver sendo feito com dinheiro público, é criminoso e precisa ser punido."

Alvo da CPMI das Fake News no Congresso, o chamado "gabinete do ódio" é um núcleo ideológico do governo, do qual Carlos Bolsonaro faria parte, que tem ganhado espaço durante a crise do coronavírus.

A demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, apesar de colocada como a razão do embate entre Maia e Bolsonaro, não é o principal motivo das desavenças, segundo Dantas. "O pano de fundo é a Câmara ter aprovado o pedido de entrega do exame da covid-19 do presidente em 30 dias. Esse, sim, foi um dos maiores ataques do Legislativo ao Executivo neste mandato e que pode levar a um crime de responsabilidade", afirma o analista.

Bolsonaro oferece cargos a partidos em troca de sustentação no Congresso.



Sem apoio no Congresso e com a popularidade em queda, o presidente Jair Bolsonaro tenta agora montar uma base de sustentação parlamentar com o antigo Centrão, oferecendo cargos em troca de votos. A estratégia busca rachar o bloco ao isolar o DEM do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), a quem Bolsonaro se refere como um político que age para promover o seu impeachment.

Desde o mês passado, quando a crise do coronavírus se agravou e a demissão do então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), entrou no radar, Bolsonaro começou a se reunir com presidentes e líderes de partidos do grupo batizado como “Centrão raiz”, entre os quais PP, PL, PSD e Republicanos. Mas não convidou o DEM, que também integra o bloco.

Das fileiras do DEM, ele chamou apenas o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP), de quem procura se reaproximar. Até agora não conseguiu, tanto que, ainda ontem, Alcolumbre suspendeu a análise da medida provisória (MP) que institui o contrato verde e amarelo, atendendo a pedido da oposição. Com a manobra, a medida enviada pelo governo para flexibilizar direitos trabalhistas vai caducar, uma vez que perde a validade na segunda-feira.

Convencido de que Maia quer “enfiar a faca” em seu pescoço para derrubá-lo, Bolsonaro decidiu mudar o modelo de articulação no Congresso e fechar alianças diretamente com deputados e senadores que antes carimbava como representantes da “velha política”.

O Estado apurou que o DEM perderá o comando da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e da Parnaíba (Codevasf), que deve ser entregue ao PP do senador Ciro Nogueira. Além disso, a direção e as superintendências do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), hoje com militares, podem ficar com o PL de Valdemar Costa Neto. Em governos passados, o partido de Valdemar tinha o domínio da área de transportes.

Bomba-relógio. Na dança das cadeiras, o Banco do Nordeste também terá novos ocupantes. De acordo com líderes de partidos ouvidos sob a condição de anonimato, as negociações envolvem, ainda, prioridade na liberação de emendas parlamentares para o combate à pandemia do coronavírus. Como mostrou o Estado, dos R$ 8 bilhões anunciados por Bolsonaro em março, apenas R$ 119 milhões (1,5%) saíram dos cofres públicos até agora.

Na avaliação de Bolsonarohá uma “bomba-relógio” fiscal em curso, armada por Maia, com o objetivo de ferir de morte sua gestão. Diante do que vê como “conspiração”, o presidente faz agora de tudo para esvaziar o poder de Maia.

O novo capítulo da queda de braço é o programa de socorro a Estados e municípios, aprovado pela Câmara, no valor de R$ 89,6 bilhões. O ministro da Economia, Paulo Guedes – que não fala mais com Maia – chegou a dizer que não se pode dar um “cheque em branco” a governadores de Estados mais ricos. Era uma referência a João Doria (São Paulo) e a Wilson Witzel (Rio), adversários de Bolsonaro e pré-candidatos ao Planalto, em 2022.

“Parece que a intenção é me tirar do governo. Quero crer que eu esteja equivocado”, disse Bolsonaro, na noite desta quinta-feira, em entrevista à emissora CNN Brasil. “Qual o objetivo do senhor Rodrigo Maia? Ele quer atacar o governo federal, enfiar a faca. (...) Está conduzindo o País para o caos”, atacou.

Dois dias antes, Maia já havia reclamado dos “coices” dados pelo Planalto. Desta vez, porém, reagiu às declarações de Bolsonaro em outro tom. “Ele joga pedras e o Parlamento vai jogar flores”.

O líder do governo na Câmara, Vitor Hugo (PSL-GO), admitiu que a estratégia do governo vai mudar diante do excesso de críticas de Maia ao Executivo. “Estou sentindo do presidente e ministros uma disposição maior para interagir de maneira direta, sem que, necessariamente, (a negociação) tenha de passar pelos presidentes das duas Casas”, afirmou ele, em entrevista publicada pelo Estado, numa referência a Maia e a Alcolumbre.

Para ACM Neto, presidente do DEM, a demissão de Mandetta e as críticas a Maia “degradaram” o apoio que ele ainda poderia ter no partido. “Nós enxergamos esses ataques como estratégia para desviar o foco, em razão da gravidade da crise”, disse ACM Neto ao Estado.

Mesmo com a saída de Mandetta, o DEM ainda controla dois ministérios (Cidadania, com Onyx Lorenzoni, e Agricultura, com Tereza Cristina). Prefeito de Salvador, ACM Neto não quis tecer comentários sobre o loteamento do governo para obter apoio no Congresso. “Seria o caminho da desmoralização se o governo cedesse a qualquer tipo de ‘toma lá, dá cá’”, constatou. “Mas não me cabe fazer qualquer juízo de valor sobre a articulação de um governo que nunca teve articulação.


Eduardo Bolsonaro sugere novo AI-5 e o mundo político reage




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Bolsonaro Apoia Manifestação Nesse domingo em meio a PANDEMIA.No Sul Grupo agride mulher que se opõe



3 comentários:

  1. ditadura e o governador do rio de janeiro pagar 25 milhoes de reais por um jardim num hospital de campanha que tera seis meses montado, se isso e democracia eu quero ditadura...o blog anda tomando certos posicoes muito complicadas,pq o blog nao cobra desse senhor que ele deixede ganhar salario dele por seis meses em favor dos seus eleitores.

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  2. Esta coluna informa os acontecimentos recentes sobre a política. Mas, quanto a ditadura, as gerações que não viveram aquela época turbulenta, não sabe o que foi o horror. Jornalistas cassados e mortos no porão da ditadura, todas as mídias censuradas. A AI-5, que figurou a ditadura, foi a lei que impediu a liberdade de expressão, levando os intelectuais a se refugiarem em outros países. Finalmente, em 1988, foi reconquistada os direitos dos cidadãos para poder escolher seus governantes: o voto universal.

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  3. Esta coluna informa os acontecimentos recentes sobre a política. Mas, quanto a ditadura, as gerações que não viveram aquela época turbulenta, não sabe o que foi o horror. Jornalistas cassados e mortos no porão da ditadura, todas as mídias censuradas. A AI-5, que figurou a ditadura, foi a lei que impediu a liberdade de expressão, levando os intelectuais a se refugiarem em outros países. Finalmente, em 1988, foi reconquistada os direitos dos cidadãos para poder escolher seus governantes: o voto universal.

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