segunda-feira, maio 11, 2020

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Parlamento alemão proíbe “cura gay” para menores.



Parlamento alemão aprova lei que prevê até um ano de prisão para quem submeter menores de 18 anos a “terapias de conversão sexual”. A lei também poderá ser aplicada na proibição para adultos exceto se feitas de forma voluntária.

A sessão em que o parlamento votou e aprovou a nova lei ocorreu nesta quinta-feira (07/05) vetando as chamadas “terapias de conversão sexual” para homossexuais menores de 18 anos e para adultos que não consentiram voluntariamente com esse procedimento.

Segundo o DW Notícias, fica também vetada a publicidade ou oferta desse tipo de intervenção no país comandado por Angela Merkel. A medida deverá entrar em vigor a partir do segundo semestre deste ano.

“A homossexualidade não é uma doença, portanto a palavra ‘terapia’ já é equivocada”, disse o ministro da Saúde da Alemanha, Jens Spahn, que é abertamente gay e casado com um homem.

Multa e exceções

A nova lei determina uma multa de até 30 mil euros (R$ 180 mil) para quem fizer publicidade ou oferta desse tipo de procedimento. Já quem submeter menores de 18 anos a “terapias de conversão sexual” poderá enfrentar até um ano de prisão.

Para maiores de 18 anos ainda restam algumas exceções. A lei só permite a aplicação da “terapia de conversão” em adultos que a procurem livremente, sem terem sido coagidos, ameaçados ou alvos de promessas enganosas.

A lei prevê punições para qualquer pessoa, não apenas para os “terapeutas” que aplicarem o procedimento, mas, na emenda, o governo alemão chegou a considerar permitir exceções para adolescentes entre 16 e 18 anos que desejassem se submeter, desde que entendessem as implicações e riscos.

Na votação, parlamentares conservadores, social-democratas e liberais votaram a favor da proibição, enquanto deputados da legenda populista de direita AfD (Alternativa para a Alemanha) se abstiveram com um voto contra. Todos os oradores de todas as bancadas parlamentares disseram concordar que a homossexualidade não é uma doença.

Babá homofóbica dá tapa em garoto por dançar como “gay afeminado”.



Uma babá homofóbica foi denunciada pela mãe de um garoto que se manifestou nas redes sociais após ver um vídeo de seu filho apanhando. A babá disse à mãe que bateu na criança por ele estar dançando “gay demais”, as informações são do Pink News.

O vídeo de dança do garoto ao lado da irmã foi parar no TikTok, Instagram e, posteriormente, acumulando mais de oito milhões de visualizações no Twitter. Antes de dar um tapa na criança, pode-se ouvir a babá homofóbica dizer: “Não faça isso! Po** o que tem de errado em você? Sei via****”.

Mãe do garoto relata ataques homofóbicos comemorando o vídeo e revelou que a pessoa responsável por bater na criança foi era uma babá que então foi denunciada à polícia. Ela explicou: “Sou a mãe dele e não fui eu quem estava por trás das câmeras. Todo mundo pensa que sou eu, mas não estou preocupada com isso. Meu filho está bem e sendo amado”.

A mãe continuou: “Eu não descobri o que aconteceu até dois ou três dias após a gravação do vídeo, quando a madrinha do meu filho me contou sobre isso, eu não sabia o que fazer, eu não estava em casa na época, meu filho nunca me falou sobre isso, mas está sendo tratado e a lei está envolvida”

Desfecho positivo

A madrinha do garoto, que compartilhou o vídeo a seguir, escreveu: “Essa pessoa não deveria estar cuidando de crianças. A mãe não estava ciente do que aconteceu até eu mostrar isso a ela. Meu afilhado vem de um lar amoroso e, se ele é gay ou não, nós o amamos independentemente”.

Ela acrescentou: “Fui verificar ele e a mãe dele hoje e eles estão bem. A pessoa que fez isso vai entrar em custódia policial hoje à noite”. Por fim, a mãe publicou um vídeo do garoto dançando “Party Girl”, do StaySolidRocky.

Município não pode proibir abordagem sobre gênero nas escolas, decide STF.



É nconstitucional trecho de lei de Foz do Iguaçu (PR) que proíbe abordagem sobre gênero nas escolas. A decisão foi tomada na sessão virtual do Plenário do Supremo Tribunal Federal que encerrou na última sexta-feira (8/5).

Por unanimidade, o colegiado acompanhou o voto da relatora, ministra Cármen Lúcia, que apontou a competência da União para elaborar o Plano Nacional de Educação em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os municípios.

Por isso, considerou que o município interveio no conteúdo ministrado nas instituições de ensino, matéria que compete à União.

De acordo com a ministra, ao proibir a adoção e divulgação de políticas de ensino ou disciplinas que "tendam a aplicar a ideologia de gênero, o termo 'gênero' ou 'orientação sexual', o município ultrapassou as balizas constitucionais pelas quais lhe é autorizada tão somente a complementação normativa para atendimento de peculiaridades locais".

A ação foi ajuizada pelo Partido Comunista do Brasil, que afirmou que a legislação municipal demonstra clara censura ao tema. O artigo 5º da lei, definiu, por emenda, que “ficam vedadas em todas as dependências das instituições da rede municipal de ensino a adoção, divulgação, realização ou organização de políticas de ensino, currículo escolar, disciplina obrigatória, complementar ou facultativa, ou ainda atividades culturais que tendam a aplicar a ideologia de gênero, o termo ‘gênero’ ou ‘orientação sexual’”.

Em julho de 2018, o ministro Dias Toffoli, acolheu o pedido e suspendeu o trecho por entender que a supressão de conteúdo curricular trata de medida grave que atinge o direito ao saber. Além disso, afirmou que mesmo que estados e municípios não podem dispor de modo contrário ao que está na lei federal.

3 comentários:

  1. Feminine gay men are still men and they're perfectly fine. 👌🏻

    Leave them be who they are and go get a life! 👋🏻

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  2. visite meu blog. www.apraiadophil.wordpress.com

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  3. divulgue a gente.
    www.apraiadophil.wordpress.com

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