sexta-feira, junho 12, 2020

MINHA VIDA GAY

Padre larga batina para ficar com o pianista com quem fazia lives.



Em tempos de isolamento social, as lives se popularizaram e muita gente se conheceu através dessas transmissões. E foi numa delas que o, agora ex-padre e cantor Sérgio Bedin conheceu melhor e se envolveu com seu pianista, Rogério Koury.

Koury era casado há 23 anos com sua ex-esposa Renata que disse ter compreendido seus conflitos internos e o apoiou na decisão de viver seu amor: “Renata, minha ex-esposa, viu meu conflito interno, me apoiou e mantemos uma linda amizade”, conta.

Segundo a Veja São Paulo, a dupla já transmitia lives de música católica pelo Youtube desde o ano passado e chegaram a gravar um CD juntos em 2019. Mas somente em março eles assumiram o relacionamento.

Bedin se despediu da vida religiosa com a celebração de uma última missa: “Foi um momento especial, os fiéis o aplaudiram pela coragem de se assumir”, relembra o pianista Koury. “Todo esse processo envolveu muito amor, recebi um dos abraços mais calorosos do mundo dos meus filhos quando contei”.

Hoje, o novo casal ainda mora na mesma casa que a ex-mulher e os dois filhos de Koury, em Sorocaba. “Pudemos nos libertar e aceitar essa experiência de vida nova sem que eu deixasse de viver com a família que construí.”

Ex-padre gay morre aos 81 anos e deixa fortuna para esposo de 27 anos.



Famoso nas redes sociais desde 2017, morreu na última semana o ex-reverendo britânico Philip Clements, aos 81 anos, na Inglaterra. Ele deixou uma fortuna milionária para seu esposo Florin Marin, de 27 anos.

O casal acabou ganhando destaque na mídia internacional, após o religioso assumir publicamente a relação com o rapaz 59 anos mais novo. Os dois se conheceram através de um site de relacionamentos LGBT+.

Em entrevista ao Daily Mail, Florin Marin disse que seu esposo acabou morrendo sozinho em um hospital da Inglaterra, por conta das restrições de visitas em meio à pandemia do coronavírus.

“A última visão que tive dele foi quando ele foi retirado da ambulância. Sua condição continuou a deteriorar-se e ele entrou em coma”, disse o rapaz, que descartou que o marido tem sido infectado com o Covid-19.

“As pessoas pensam que eu sou uma viúva de chapéu preto chorando. Sim eu chorei, mas dois dias são suficientes”, disse Marin, que recebeu uma herança de quase 1 milhão de reais, entre outros benefícios.

Toni Kroos afirma que não sabe se aconselharia outro jogador a se revelar gay.



O alemão Toni Kroos, meio-campista do Real Madrid, concedeu uma entrevista a uma edição especial LGBT da revista GQ, na qual comentou sobre a possibilidade de um jogador se revelar homossexual. O atleta afirmou que todos devem viver “livremente”, mas que não sabe se esta seria uma boa ideia.

“Algumas palavras são frequentemente usadas durante o jogo e, considerando as emoções que existem nas arquibancadas, não posso garantir que ele não seria insultado e diminuído”, comentou o jogador alemão.



“Não deveria ser assim e tenho certeza que o jogador que decidir dar esse passo teria o apoio de muitos, mas duvido que isso seria o caso em uma partida fora de casa. Cada jogador tem que decidir sozinho se considera uma vantagem ou desvantagem, embora eu ache que, mesmo hoje em dia, não haveria muita vantagem”, afirmou Kroos na entrevista.

No futebol masculino, há muito poucos casos de jogadores que se assumiram homossexuais – um exemplo é o atacante inglês Justin Fashanu, que “saiu do armário” ainda na década de 1980. Já no futebol feminino é muito mais comum as jogadoras admitirem que sentem atração pelo mesmo sexo, como fizeram a brasileira Marta e a norte-americana Megan Rapinoe, estrelas do esporte na atualidade.

Websérie mostra rotina de casais LGBTQs durante quarentena.


Plínio Roberto e Heloísa - websérie gay "Nosso amor existe"

Com objetivo de celebrar o Mês do Orgulho LGBTQ+, comemorado internacionalmente no mês de junho, o Nosso Amor Existe está lançando a websérie “#NossoAmorExiste na Quarentena”, mostrando os desafios de se viver um amor em tempos de distanciamento social.

A produção acompanha a rotina de casais LGBTQs durante a quarentena, abordando as estratégias encontradas para vencer com criatividade e afetividade este momento, enfatizando a necessidade do cuidado, carinho e cumplicidade.

“Essa pandemia colocou todos nós em uma situação inédita, confusa, quase angustiante, onde temos que rever a cada instante nossos valores, e compartilhar esses momentos, assim como o crescimento que tais reflexões nos causam foi o caminho que escolhemos para comemorar tanto o dia dos namorados”, conta Theo Borges, um dos produtores da série.



Em cinco episódios conhecemos a história e a rotina de dez casais, seus medos, angústias, atividades, planos futuros, esperanças, trabalho, relacionamento com amigos e família.

No casting, composto por um elenco diverso, os casais foram escolhidos após terem grande repercussão em número de curtidas, comentários e compartilhamentos quando contaram suas histórias em fotos e texto na página do projeto.



  

O Nosso Amor Existe é uma plataforma de visibilidade e cultura LGBTQ, que utiliza o amor como ferramenta de transformação social. Idealizado como uma campanha para o dia dos namorados e das namoradas em 2016, esse ano completa quatro anos contando centenas de histórias do Brasil e do mundo, engajando pelas redes sociais um público de mais de 100 mil pessoas.

Os episódios da websérie serão exibidos nas segundas e nas sextas-feiras pelo YouTube, com estreia do segundo episódio prevista para 12 de junho, dia dos namorados e das namoradas. Assista ao primeiro episódio já disponível no canal do YouTube do Nosso Amor Existe:

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