segunda-feira, junho 08, 2020

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Propaganda política da Rússia gera polêmica ao abordar casais gays.


Propaganda anti-gay da Rússica

Um vídeo de uma campanha política da Rússia tem sido acusado de homofobia, após ironizar e mostrar, de forma caricata, a vida de um casal gay que decide adotar uma criança no país.

O vídeo faz parte da campanha para a reforma da Constituição da Rússia, que vai ser votada no próximo dia 1º de Julho. A propaganda questiona “Qual o país que você quer para o futuro”.

Lançado no VK, rede social mais popular na Russia, a peça publicitária se passa no ano de 2035, quando um garoto é adotado por um uma nova família. Ao ser recebido pelo pai, o menino descobre que está sendo levado para a casa de um casal gay.

“Esse é a sua nova mãe. Mas não se preocupe, nós seremos uma família de verdade”, diz um dos personagens, apontando para seu esposo, que aparece com maquiagem e pronto para presentear a criança com um vestidinho.

Vale destacar que a votação para a Constituição da Rússia também fala sobre a possibilidade de prolongar a permanência do presidente Vladimir Putin no poder do país, que teria o quarto mandato chegando ao fim em 2024.

Putin é um dos grandes defensores de uma sociedade mais conservadora. Esta nova Constituição do país iria prevê que a instituição casamento seria apenas formada por um homem e uma mulher. Excluindo toda e qualquer formula de família que fuja deste padrão.

Mulher trans negra é brutalmente espancada por 30 homens nos EUA.


Iyanna Dior foi atacada por 30 homens

Uma transexual negra foi espancada por 30 homens na última segunda-feira (1º), na cidade de Minneapolis, nos Estados Unidos. O caso viralizou nas redes sociais, após um vídeo do ocorrido cair na web.

Conforme veículos locais, o ataque transfóbico ocorreu com a jovem Iyanna Dior, de 21 anos. As primeiras informações dão conta que as agressões ocorreram logo após um acidente de carro.

Em um vídeo publicado no Twitter, é possível ver Iyanna tentando entrar em uma loja de conveniência de um posto, mas é agredida pelos homens com murros e ponta-pés, além de xingamentos transfobicos.

Em uma publicação em seu Facebook, Dior disse que precisava de tempo “para processar tudo o que está acontecendo”. “Obrigado a todos que tentaram me certificar de que estou bem, vou falar em breve”, escreveu ela.

O ataque de Iyanna ocorre na mesma cidade onde Geoge Floyde foi assassinado por um policial. A região está sendo conhecida por todo o mundo por conta dos seus protestos contra o racismo e abuso policial.

Iyanna Dior a black trans woman was beaten yesterday by a crowd of over 30 people over a fender bender. Black men I don’t have it in me to write a long post cishet Black women i don’t have it In me to reprimand you all either. DO BETTER #allblacklivesmatter.

Político canadense diz: “proibir terapia gay é legalizar abuso infantil”.


Derek Sloan - político canadense

Derek Sloan, um político canadense que está tentando se tornar o líder do Partido Conservador do país, afirmou que o projeto liberal, Projeto C-8, que proibirá a ‘terapia de conversão’ gay no Canadá, está “efetivando o abuso infantil”.

A prática – que foi desacreditada pelo NHS e pela Associação Psiquiátrica Mundial – refere-se a qualquer tentativa de alterar a orientação sexual ou a identidade de gênero de uma pessoa e geralmente envolve técnicas como terapia por eletrochoque ou oração.

Segundo o Gay Star News, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, disse que banir a prática desacreditada era uma “prioridade máxima” para seu governo, quando seu Partido Liberal foi reeleito no ano passado.

Sloan, que já havia dito “não é cientificamente claro” se uma pessoa nasce LGBTQ + e se recusou a dizer que a orientação sexual não é uma escolha, fez os comentários em um webinar de videoconferência que realizou com apoiadores.

Quando perguntado sobre seus pontos de vista sobre a proibição da ‘terapia de conversão’ e dos direitos trans, Sloan argumentou: “Os liberais disseram ‘não, você não pode obter aconselhamento e se um pai ou mãe leva seu filho para obter aconselhamento por isso, ele poderá ser preso por cinco anos”.

“Isso é loucura, isso é ridículo. Você pode colocar seu filho nesses regimes médicos invasivos, você pode dar a eles esses bloqueadores da puberdade, você pode literalmente cortar os seios saudáveis, sabe? e outros órgãos sexuais”.

“Isso é abuso infantil. E eu acuso Justin Trudeau e seu governo agora de abuso infantil, é isso que eles estão colocando em lei”. Ele acrescentou. “E precisamos acordar, e estou lhe dizendo que não há uma única pessoa que eu saiba se são conservadores, liberais, o que quer que seja, que esteja de acordo com essa política”.

Quando a CTV News procurou Sloan para mais comentários, ele reiterou: “Com o Projeto C-8, os liberais estão efetivamente colocando em prática o abuso infantil. O projeto de lei C-8 incentiva as operações de mudança de sexo em menores porque diz que a única coisa que você pode fazer pelo seu filho é nada ou colocá-los no caminho de uma mudança cirúrgica do sexo”.

“Se uma criança precisa de aconselhamento e o governo bloqueia os pais com a ameaça de prisão. Negar a opção de aconselhamento, promover operações experimentais que mudam a vida de crianças que as tornarão permanentemente estéreis e separar pais e filhos por causa disso é abuso infantil”.

Apesar dos comentários de Sloan, o Projeto C-8 não proíbe os pais de procurarem terapia para crianças trans, mas proíbe os adultos de forçar menores a tratamentos que visam alterar sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Seus comentários atraíram críticas de todo o espectro político canadense. Andrew MacKay, outra liderança esperançosa, twittou: “Forçar uma criança a ‘terapia de conversão’ é abuso de crianças e absolutamente deve ser banido”.

Cameron Ahmed, diretor de comunicações de Justin Trudeau, disse que “não dignificará esses comentários repreensíveis” com uma resposta adequada, mas pediu aos conservadores que condenem os comentários.

Deputado cria projeto de lei para extinguir direitos de pessoas trans.


Deputado Filipe Barros ao lado de Jair Bolsonaro

O deputado bolsonarista Filipe Barros, do PSL-PR, propôs Projeto de Lei para acabar de vez com os direitos da população trans, é o que diz o Revista Fórum. Segundo imagem do projeto, que é matéria pública, Barros quer que o sexo biológico seja determinado por “cromossomos”, ou seja, genitalizar identidade de gênero.

Essa projeção sobre sexo biológico exclui completamente quem não se identifica com seu gênero designado no nascimento, sem mencionar que a proposta fere o Artigo 5° da Constituição Federal, que trata da liberdade individual.



“É inadmissível que, no meio de uma pandemia, uma crise política, uma crise sanitária e econômica, um parlamentar da Câmara Federal apresente um projeto segregacionista, vanguarda do retrocesso, que vai na contramão de todos os direitos já adquiridos pela comunidade trans”, diz a deputada estadual Erika Hilton em seu Twitter.

“É assustador e demonstra mais uma face do fascismo, da intolerância, do preconceito, de como tudo está se organizando para precarizar ainda mais os grupos já historicamente vulneráveis, que já têm dificuldade de acesso aos direitos”.

Erika continua: “É um projeto nefasto, criminoso, retrógrado e que em momento algum poderia ser tolerado mas, diante da situação tão grave na qual nos encontramos politicamente, sanitariamente, ele é ainda mais gritante”.

Ativistas trans denunciaram o projeto nas redes e pediram apoio de lideranças. Recentemente, outro deputado, que é gay, Edgar Gomes, ofendeu gays negros se dizendo “palmiteiro”:

Anonymous divulga dados e liga Flávio Bolsonaro ao assassinato de Marielle Franco.


Grupo foi o responsável por divulgar dados pessoas do presidente Bolsonaro e de alguns ministros.

Postagem feita nesta quinta-feira (4) feita pelo grupo de hackers aponta para o envolvimento da família Bolsonaro com milícia e divulga dados pessoas de supostos envolvidos.

O grupo de hackers Anonymous Brasil liberou na madrugada desta quinta-feira (4) dados sobre “a verdade” do caso Marielle Franco. As informações foram compartilhadas por volta de 00h30 no horário de Brasília em um link e apontam para o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) como mandante do crime. Informações pessoais de pessoas confirmadas e outras supostamente envolvidas na morte da vereadora do Rio de Janeiro estão disponíveis, como CPF, número de cartão de crédito, filiação, telefones e endereço.

“Não queremos trazer notícias não verdadeiras, não somos nenhum grupo iniciante e nem estamos com o propósito de fama, diferente de todos os grupos brasileiros, aqui nós apuramos os fatos e trazemos conforto e conhecimento sobre o que estão nos escondendo, aqui nós apoiamos todos, nós? Somos negros, asiáticos,  judeus, muçulmanos, lgbt, e toda classe oprimida e desfavorecida! Vocês não estão sozinhos, estamos com vocês”, diz o início do texto de esclarecimento que antecipa uma série de links e vídeos sobre como funcionou o suposto planejamento da execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.



O grupo de hackers apontou para Flávio Bolsonaro como o integrante da família presidencial que atua junto com a milícia. Um link de apoio redirecionado para um suposto documento da Câmara, do deputado Rogério Correia (PT-MG), que pede uma investigação especial para apurar as ações criminosas das milícias do Rio de Janeiro. Contudo, não consta no requerimento o número de emissão e a data, apenas o mês de fevereiro do ano de 2019 ao final do suposto documento.

“Estamos cansados, o povo clama por ajuda, será que poderíamos visualizar com mais profundidade e com mais precisão o caso do presidente? O que o senhor acha Presidente? Talvez surja provas que seu filho é corrupto, talvez esse ano, a favela vai se revoltar, policiais estão abusando de poder, e o sistema deixa!”, disse em mensagem os hackers, que reafirmou que a direita está “propícia a ser fascista”.

Apesar de serem contra Bolsonaro, o Anonymous voltou a reforçar que são apartidários em busca de “justiça” pelas minorias. “Isso não é sobre ser de esquerda ou de direita, afinal somos contra qualquer sistema político”.

Nesta nova exposição de dados, foram divulgadas informações sobre de Ronnie Lessa e a esposa, Elaine Pereira Figueiredo,  Elcio Vieira de Queiroz, Alexandre Motta de Souza, Rodrigo Jorge Ferreira, Camila Moreira, apontada como advogada que “atrapalhou as investigações”, Bruno Pereira Figueiredo, cunahdo de Ronnie Lessa, José Márcio Mantovano e Josinaldo Lucas Freitas, que seriam amigos de Ronnie e “ocultaram armas”.

“Conclusão? Parece que a família Bolsonaro é a mandante. Também parece que agora temos vários motivos para duvidar da postura do nosso querido presidente! #MarielleVIVE”, finalizou a postagem do grupo que se autodenomina Anonymous Brasil.

Após denúncias de grupos LGBT, Procon notifica Smart Fit por dificultar cancelamento de matriculas.


Procon notifica Smart Fit por dificultar cancelamento de matriculas.

Mais de 400 reclamações foram nos primeiros 3 dias de junho durante campanhas e reclamações de pessoas LGBT. Rede tem 72 horas para responder.

O Procon de São Paulo notificou o Grupo Smart Fit, que possui academias no estado e vários locais do Brasil, pedindo explicações sobre procedimentos adotados para cancelamento de contratos durante a pandemia, após receber mais de 800 denúncias de consumidores sobre dificuldades no procedimento, muita de campanhas feitas em grupo LGBT. O Gay1 aguarda retorno da rede sobre a notificação.

Segundo o Procon, desde o fim de março, quando a pandemia de coronavírus teve início no país, foram recebidas 838 reclamações de consumidores sobre dificuldades no cancelamento de matrículas, sendo que 400 foram registradas só nos três primeiros dias do mês de junho durante campanhas e reclamações de pessoas LGBT.

A concentração das reclamações ocorreu no período em que a rede e seu CEO, Edgar Corona, foram alvo de investigações do Supremo Tribunal Federal (STF) em um inquérito que apura o financiamento de fake news a favor do governo federal e ameaças à Suprema Corte.

Segundo o Procon, a maioria das queixas dos consumidores da Smart Fit é relacionada à dificuldade de cancelamento dos serviços contratados e a continuidade das cobranças, sem devolução dos valores pagos, mesmo sem a prestação dos serviços, durante o fechamento das unidades por causa do coronavírus.

O Procon deu prazo de 72 horas para a rede informar se todas as unidades estão fechadas e se algum serviço é disponibilizado à distância e se está ocorrendo a devolução dos valores pagos. O Procon quer saber também qual é a política de cancelamento, suspensão ou reagendamento dos serviços contratados que vem sendo adotada pela rede e como dialoga com o consumidor.

1ª Parada Virtual do Orgulho LGBT será transmitida no dia 14 de junho.


O evento estará em dez canais simultaneamente; em novembro, haverá edição na Avenida Paulista.

A 1ª Parada Virtual do Orgulho LGBT vai acontecer no próximo dia 14 de junho, mesma data em que seria realizado o tradicional evento na Avenida Paulista, cancelado por conta da pandemia do novo coronavírus.

Rafael Dias, cofundador e CEO da Dia Estúdio, empresa especialista em lives, idealizou a #ParadaSPAoVivo, em parceria com a ONG APOGLBT e com o apoio do YouTube Brasil. O evento terá duração de oito horas, das 14h às 22h, transmitido simultaneamente em dez canais do Youtube e conta com a presença de criadores de conteúdo e artistas como convidados especiais.



Edu e Fih, do canal Diva Depressão, comandam a apresentação enquanto os outros hosts e convidados participam virtualmente. De suas casas, artistas performam ao vivo exclusivamente para a audiência da Parada SP Ao Vivo. A transmissão será feita por meio dos canais: Diva Depressão, Lorelay Fox, Nátaly Neri, Mandy Candy, Jean Luca, Louie Ponto, Canal das Bee, Spartakus, Dia Estúdio e Parada SP.

Para o dia 29 de novembro, está programada a parada na Avenida Paulista, com o tema “democracia”. No ano passado, segundo a organização, o evento reuniu cerca de 3 milhões de pessoas e contou com 19 trios elétricos.

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