quinta-feira, julho 23, 2020

NOTÍCIAS DO MUNDO GAY

Homem invade sex shop e rouba dildo gigante com mais de um metro e pesando 22kg.



Um homem foi flagrado pelas câmeras de segurança de um sex shop em Las Vegas roubando um dildo gigante, considerado um dos maiores do mundo. Com 1,30 metros de altura e 22kg, o objeto é estimado em 1250 dólares, cerca de R$ 6,4 mil.

As imagens mostram o rapaz retirando o consolo do chão da loja, botando no ombro e saindo do lugar sem a mínima preocupação. A loja compartilhou a gravação na esperança de capturar o ladrão e até ofereceu uma recompensa de US $ 2.000 por informações que levassem ao retorno do dildo. “Infelizmente, a pandemia incentivou até o mais desprezível dos desprezíveis a roubar os produtos mais estranhos de empresas inocentes”, lamentou a sex shop.

Considerado o maior vibrador a venda no varejo, ele é chamado “The Moby” – nome em homenagem ao livro Moby Dick (trocadilho pois dick em inglês significa pênis), que conta a história de uma baleia.

A cada hora um LGBTQ+ é vítima de violência no Brasil, aponta estudo, maioria são negros.



Uma pesquisa inédita apontou novos dados em relação a violência contra LGBTQ's no Brasil, os dados são de 2015 a 2017 e coletaram 24.564 notificações de violências, interpessoais e autoprovocadas, uma média de mais de 22 notificações por dia, ou seja, quase uma notificação a cada hora. Metade das vítimas são negras, 50% delas se identificam como pretos ou pardos. Cerca de 41% se identificaram como brancos.

A pesquisa usou dados de notificações feitas pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que faz parte do SUS, e que, portanto, inclui diversos casos de violência que não foram denunciados. A análise foi encabeçada por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), das secretarias de Atenção Primária em Saúde e de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

TRAVESTIS E TRANSEXUAIS SÃO MAIORIA EM CASOS DE VIOLÊNCIA

Um dado mostrou que travestis e transexuais são a maioria quando se trata de vítimas da violência,  totalizando 46% das vítimas, seguidas das lésbicas que representam 32% e homens gays são 25%. Um total de 69,1% das notificações de violência contra LGBT's era contra pessoas adultas e 24,4% contra adolescentes. Num recorte de raça/cor das vítimas entre 10 e 14 anos, 57% delas eram negras. 

A violência mais frequente entre todas as faixas etárias foi a de origem física com 75%, e 66% dos possíveis agressores são do sexo masculino. Em 27% dos casos o agressor era parceiro íntimo das vítimas e 16% eram desconhecidos.

Uber lança podcast para motoristas sobre racismo e LGBTQIA+fobia.


No começo do ano, a Uber faz campanha contra motoristas e passageiros LGBTfóbicos.

Essa é a segunda edição do podcast, que abordará também violência contra as mulheres.

A Uber lança hoje, 22, a segunda edição do Podcast Fala Parceiro de Respeito, uma série com 20 episódios que pretende convidar os parceiros que usam o app para gerar renda para serem aliados no combate ao racismo, à LGBTQIA+fobia e à violência contra a mulher.

O conteúdo educativo foi coordenado pela Promundo, uma ONG especialista em envolver homens e meninos em projetos, pesquisas e campanhas pela igualdade de gêneros e que já trabalhou com instituições como a ONU, o Banco Mundial e a OMS.

Os episódios serão distribuídos semanalmente a cerca de 1 milhão de pessoas que dirigem usando o App da Uber todos os meses, em todos os Estados do país. Cada tema será abordado em uma sequência de episódios curtos, com linguagem simples e de fácil compreensão. Quem ouvir todo o conteúdo vai receber o selo Viagem de Respeito, a partir de setembro. Os usuários poderão verificar se seu motorista tem ou não o selo consultando o perfil que fica disponível dentro do app, a partir do momento em que a viagem é aceita.

O trabalho para a criação do conteúdo começou no início do ano e levou meses para ser concluído. A pedido da Uber, a Promundo realizou pesquisas imersivas com dezenas de ativistas, usuários e motoristas parceiros de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e Manaus para entender comportamentos, dúvidas e caminhos que ajudaram a definir a melhor abordagem, e elaborar os roteiros da nova série de Podcast. Com os desafios impostos pela pandemia, foi necessário adaptar os encontros presenciais para uma agenda 100% virtual. Alguns usuários e motoristas parceiros participantes das pesquisas foram convidados a fazer parte da gravação do podcast.

“Desde que desenvolvemos esse projeto em 2019 com a Uber, já havíamos escutado dos motoristas que eles estavam mais dispostos a ouvir arquivos de áudio enquanto dirigiam do que a parar para assistir um vídeo, por exemplo”, conta a coordenadora do projeto Sandra Vale. “Com todos os aprendizados que tivemos com a primeira edição, entendemos que era necessário envolver também usuários e ativistas para termos condições de falar sobre racismo e LGBTQIA+fobia, e dessa forma construir um conteúdo que pudesse dialogar com a realidade de todos os envolvidos”, completa.

Para Claudia Woods, diretora-geral da Uber no Brasil, a empresa está em situação privilegiada para disseminação de conteúdos relevantes. “Na escala em que operamos, realizamos milhões de conexões diariamente. Por conta disso, os problemas complexos da nossa sociedade, como o assédio e o racismo, acabam também aparecendo nas nossas operações. Mas, ao mesmo tempo, nossa capilaridade nos traz também um grande potencial de alcance. E é por isso que temos nos comprometido em atuar em diferentes frentes, seja com tecnologia, novos produtos ou mesmo conteúdos educativos, para ser parte da solução desses problemas.”

Transexual cearense é morta a facadas; polícia investiga motivação.



A transexual Manuela de Cássia foi morta a facadas dentro de seu apartamento, em Milão. O crime ocorreu na tarde desta segunda-feira (20) e a polícia investiga a motivação do ocorrido. Manuela era cearense e residia na Itália.

Segundo testemunhas, a descoberta se deu em decorrência de um forte cheiro de gás que vinha direto de seu apartamento. A suspeita é que o assassinato tenha sido cometido por um cliente de Manuela.

Desse modo, a Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS) informou em nota que, “por meio da Coordenadoria de Políticas Públicas para LGBT, está em contato com o Ministério da Cidadania solicitando o acompanhamento e as providências a serem tomadas pelo órgão federal”. 

Para findar o comunicado, a Secretaria ratificou que rechaça “todo e qualquer ato de violência e intolerância”, reafirmando ainda “seu compromisso com a construção de uma sociedade justa e inclusiva, sem discriminação e com respeito à dignidade humana”. As informações são do Diário do Nordeste.

Adolescente confessa que apredrejou e queimou corpo de jovem gay: "não gostava de homossexuais".




Era madrugada do domingo, 12 de julho, quando Guilherme de Souza, 21 anos, voltava para sua casa no município de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. No caminho ele foi surpreendido por dois adolescentes de 14 e 16 anos que o apedrejaram. Já inconsciente, o corpo de Guilherme foi arrastado até uma casa abandonada e em seguida queimado.

Horas após o crime os adolescentes foram presos, o mais jovem confessou que  havia premeditado a morte de Guilherme, junto com o amigo eles agrediram e atearam fogo no corpo da vítima. O motivo: ele não gostava de homossexuais. Ao delegado Rivaldo Luz, coordenado regional da polícia civil da região, o jovem contou que ficava incomodado com a forma como Guilherme o olhava e paquerava com ele.

"Ele disse que a vítima o tinha assediado e que ficou envergonhado. Afirmou que não gostava de homossexual e que o mataria na primeira oportunidade" conta o delegado para a Folha de São Paulo.

O assassino de 14 anos foi apreendido provisoriamente e aguarda decisão da justiça, o de 16 anos está foragido. Eles devem ser encaminhado para Salvador para cumprir medidas socioeducativas.

DOR DA MÃE

"Qualquer mãe pensa que um dia o filho vai chegar em casa porque alguém bateu, fez alguma coisa pelo fato dele ser homossexual. A gente sempre se preocupa, a mãe sempre se preocupa com isso. Mas jamais na minha vida eu ia pensar que iam matar meu filho daquela forma, daquele jeito por ele ser homossexual", contou Franciane de Souza, mãe de Guilherme.

Nenhum comentário:

Postar um comentário