quinta-feira, setembro 03, 2020

NOTÍCIAS DO MUNDO GAY

Igreja da Polônia quer criar clínicas de terapia para “cura gay”.



Com o intento de reverter a orientação sexual de LGBTs, uma igreja da Polônia quer incentivar o tratamento psicoterápico para conversão da sexualidade. A KEP (Igreja Episcopal da Polônia, na sigla em polonês) incentiva que LGBTs retomem à “orientação natural“. “Fazer com que as pessoas [LGBTQ+] entendam que sua orientação sexual é um sintoma de feridas em vários níveis de sua personalidade”, diz o documento, elaborado por autoridades episcopais.

 A saber, Associação Psiquiátrica Internacional ((World Psychiatric Association), o CFP (Conselho Federal de Psicologia) e a WHO (Organização Mundial de Saúde) baniu, expressamente, a cura gay por entender que a homossexualidade não é uma anormalidade, logo, não deve ser tratada como doença, visto que as pessoas que buscam um psicólogo o fazem mediante pressão social, familiar e/ou religiosa. Em tempo – Aqui no Brasil, O Supremo Tribunal Federal (STF) votou por manter a suspensão da decisão que autorizava psicólogos a aplicarem terapias de conversão, a famosa “cura gay”, em pessoas LGBTQ+.

Homem tem perna quebrada após confrontar evangélicos que estavam na rua pregando contra LGBTs.


Mais de 50 mil dólares foram arrecadados para o locutor de rádio Justin Morissette depois que ele teve uma de suas pernas quebradas por um casal de pregadores homofóbicos em Vancouver, no Canadá. Justin foi brutalmente atacado depois de confrontar os religiosos sobre sua homofobia.

“Eu enfrentei os valentões evangélicos anti-gays no West End esta noite, e eles quebraram minha perna propositalmente por conta disso. Não sei porque fiz isso.  Me parecia ser a coisa certa a fazer, já que ninguém ali fazia nada. Vou ter placas de metal na minha perna pelo resto da minha vida”, desabafou o locutor em seu Twitter. “Minha perna está super fodida e isso é uma merda. Mas o homem violento que fez isso comigo teria feito isso, ou possivelmente muito pior com outra pessoa, se ele não tivesse sido preso esta noite”, completou ele.

Segundo o site Gay Times, o ataque aconteceu em uma região de Vancouver que costuma ser super LGBT-friendly. De acordo com relatório da polícia, os pregadores usavam um megafone para gritar “pregações homofóbicas”. Indignado com o que estava vendo, Justin foi confrontá-los e tentou fazer com que parassem ou diminuíssem o volume dos megafones. Ignorado pelo casal, ele tentou desligar o som antes tomar um dos megafones dos religiosos. Foi neste momento que as agressões começaram.


“Ele colocou a perna direita atrás da minha perna esquerda, torceu meu corpo contra sua perna até minha perna quebrar. Ele quebrou minha perna de propósito, me jogou no chão e pegou seu megafone de volta”, explicou Justin. Os dois religiosos foram presos e a polícia está recomendando que eles sejam acusados ​​de agressão com agravantes em crime de ódio. A unidade de crimes de ódio da cidade também vem investigando o ataque. Após pagamento de fiança, ambos foram libertados e avisados para ficarem longe da área e não terem qualquer contato com Justin.

Dorre Love, um dos presos pelo ataque, mais tarde recorreu a suas próprias redes sociais para alegar que havia sido preso por “pregar o evangelho”, pedindo que suas próprias acusações de agressão contra Justin fossem arquivadas.

Uma página GoFundMe foi criada para cobrir seus custos médicos, bem como perda de renda, honorários advocatícios, aluguel e custo de vida. Graças ao poder da internet, mais de 50 mil dólares foram arrecadados. Justin disse que os fundos excedentes serão doados para Qmunity, uma organização sem fins lucrativos em Vancouver que “trabalha para ajudar pessoas LGBTQ+ em situação de vulnerabilidade”.

Bispo pede às paróquias que promovam o ministério LGBT.




O Bispo da Diocese de Lexington, Dom John Stowe, incentiva o movimento LGBT dentro das igrejas. Segundo o religioso, é legítimo e divino abarcar a todos com amor e tolerância, vivendo como Jesus ensinou.

Ainda, no mês do Orgulho LGBT, o líder católico se desculpou pela forma como a igreja trata a homossexualidade e as questões de gênero, por meio de um vídeo educativo intitulado “Mês do Orgulho”.

Além do mais, em 2018, Stowe incentivou uma organização católica pró-LGBT, cujo intento é falar sobre “Pessoas LGBT na Era do Papa Francisco e Ética Social”. O bispo, inclusive, foi aplaudido por outras autoridades episcopais, como o Frei Martin, que defende a inserção da homossexualidade dentro da igreja.

“Boas notícias do México: o arcebispo de Monterrey, Rogelio Cabrera López, em diálogo com os católicos LGBTQ, diz que ‘sempre quis que os padres servissem a comunidade LGBTIQ + com caridade e respeito’. Ele falou com a Rede Mexicana de Católicos Arco-Íris (REDCAM)“, destacou o Bispo por meio do Twitter.

Subsecretaria LGBT lança cartilha sobre direitos das mulheres lésbicas e bissexuais.


Nesta quinta-feira (27) a Subsecretaria Estadual de Políticas Públicas LGBT (SUBLGBT) lançou uma cartilha cujo intento é explicitar sobre os direitos LGBTs de mulheres lésbicas e bissexuais. O projeto compõe a semana da Visibilidade Lésbica no Mato Grosso do Sul, que será comemorada até o dia 30 de agosto.

“Lançamos essa cartilha hoje porque infelizmente, ainda culturalmente, a orientação sexual e a identidade de gênero são marcadores sociais que geram preconceito e discriminação, ou seja, o fato de uma mulher ter a sua orientação sexual como lésbica ou bissexual joga ela ainda mais para a invisibilidade, e isso não é uma novidade, as mulheres historicamente foram silenciadas”, começa Leonardo Bastos, subsecretário.

“Nossa proposta é disseminar informações, para que essas mulheres possam acessar seus direitos”, finaliza o representante, conforme estipulou o portal Acrítica. O principal objetivo da cartilha é trazer entendimento ao público LGBT.

“Esse evento está alinhado as nossas ações da campanha Agosto Lilás, porque a violência doméstica e familiar contra mulheres lésbicas ou entre mulheres lésbicas ela ocorre no mesmo nível de intensidade das relações heterossexuais, só que muito mais cruel porque se soma aos aspectos de preconceito e discriminação devido a orientação sexual. Nós trabalhamos a prevenção à violência doméstica contra todas as mulheres, respeitando suas especificidades, na sua diversidade”, diz a subsecretária Luciana Azambuja.

Polícia prende transexual que aplicava silicone industrial em outras trans no RJ e MG.


Ela fazia as aplicações nas residências das clientes, mesmo sem ter habilitação para realizar procedimentos invasivos.

A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta segunda-feira (31), uma transexual que aplicava silicone industrial em domicílio no Rio de Janeiro e Minas Gerais. Com cerca de cinco mil seguidores nas redes sociais, ela confessou que atua no ramo há mais de dez anos, segundo a corporação.

Danyella Morenno, como era conhecida, era contratada pelas redes sociais para injetar silicone nos glúteos de clientes. De acordo com a polícia, a maioria do público era composta por mulheres trans profissionais do sexo.

Além de não ter habilitação para realizar procedimentos invasivos, ela utilizava materiais impróprios para humanos, segundo a corporação.

A investigação levou os agentes até a identificação e ao endereço onde os produtos estavam estocados, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

No local, os policiais apreenderam seringas cirúrgicas, anestésicos e tubos de silicone industrial. Todos eram impróprios para uso.

Jovem gay é algemado por policiais após ser espancado por vizinhos homofóbicos.


Aos 21 anos de idade, o jovem Lorran Oliveira, residente de Itabuna, na Bahia, fez um desabafo em suas redes sociais sobre ter sido vítima de LGBTfobia. Na ocasião, a agressão começou quando o rapaz iniciou uma queixa de homofobia contra a vizinha.

“Meu marido Guilherme dirigiu-se até ela, questionando-a se havia algum palhaço ali e se estávamos num circo, e ela com muita arrogância e gritando muito. Na tentativa de defendê-lo, fui a frente dela e começamos a discutir e ela descontroladamente agrediu-me verbalmente e também fisicamente”, iniciou ele.

“A sensação era de impotência, afinal, se a agressão fosse ao contrário tenho certeza que as atitudes das pessoas seriam totalmente ao contrário”, contou Lorran, sobre as constantes agressões que sofreu.

Indignado, o jovem ainda relatou que foi preso quando chegou na delegacia. “Isso mesmo! A vítima foi algemada! E a autora dos crimes? Ficou na frente da recepção com os mesmos deboches a minha pessoa”, contou ele, que agora procura por um bom advogado;

 “Sei que isso não dará em nada, mas com a ajuda dos compartilhamentos de vocês talvez eu consiga algum advogado que me defenda e esse ser horrível pague por tudo que ela fez”, finalizou Lorran.

Jovem lésbica ganha vakinha virtual após ser espancada em 2019.



A jovem de 18 anos, Thaylanne Costa, foi espancada por homofóbicos em outubro de 2019, após voltar de uma festa usando uma bike, em Formosa (GO). Segundo o Pheeno, a família da jovem acaba de fazer uma balinha virtual para ajudar nos gastos diários com a moça.

“Ela ficou banhada de sangue. O corte na nuca dava pra ver o osso. O rosto dela inflamou tanto que reabriram a ferida e encontraram farpas da madeira e britas de concreto”, disse a mãe de Thaylanne, Luciana Costa Santos.

“Ela ficou com transtorno psiquiátrico. Ela fala com dificuldade e às vezes não diz coisa com coisa. Ela se esquece das nossas conversas e a coordenação motora ficou lenta”, detalhou a parente da vítima.

Ao todo, são 5 remédios que a jovem necessita todos os dias, mas apenas 2 são disponibilizados pelo SUS, e por conta disso, uma vakinha virtual foi criada para ajudar Thaylanne e sua família.

Sobre o caso, é válido lembrar que todos os criminosos estão soltos, e que apenas um chegou a ser apreendido, mas horas depois, foi solto por supostas faltas de provas do crime.

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