sexta-feira, setembro 04, 2020

MINHA VIDA GAY

Casal hétero vira casal lésbico após marido transicionar e esposa se assumir lésbica; entenda



Jenni Barrett, de 37 anos, continua feliz no casamento com sua parceira Sarah, que ela conhecia como Sean quando eles se casaram, há 15 anos. No entanto, sua parceira, que foi designado homem ao nascer, revelou-se transexual em 2016, na mesma noite em que Jenni saiu do armário como lésbica.

O casal, de Phoenix, no Arizona, continua dedicado aos filhos Morgan, de 13 anos, e Toby, de 11, e quer mostrar ao mundo que os relacionamentos podem “sobreviver a uma transição”. “Sarah rolou uma noite na cama em 2016 e me disse ‘Eu realmente preciso falar com você, acho que sou trans'”, disse Jenni para o portal Daily Mail.

“Eu percebi porque sempre fui tão atraído por ela. Era por causa de quem ela era por dentro, uma mulher, e não sua concha”, explicou. Os dois, que são professores, se apaixonaram perdidamente depois que se conheceram na festa na casa de um amigo em março de 2004 e são inseparáveis ​​desde então. “Tomei a decisão de perseverar e estar com Sarah de qualquer maneira. Ela é minha alma gêmea”, conta Jenni.

Graças a experiência, Morgan, o filho mais velho do casal, conseguiu se entender e se aceitar, declarando-se gay dois anos depois. “Estamos muito orgulhosos de nossa família LGBT. Agora espero que possamos mostrar a outras pessoas que é possível resistir à tempestade”, finalizou a mãe.

Primeiro guarda municipal trans do Rio, Jordhan Lessa desabafa sobre preconceito: “Sofro e sofrerei sempre”.



Primeiro homem trans publicamente reconhecido da Guarda Municipal do Rio de Janeiro, Jordhan Lessa comentou em recente entrevista ao jornal Extra sobre como a masculinidade tóxica afeta o trabalho dos profissionais de segurança na cidade.

“Sofro e sofrerei sempre, sou uma pessoa trans e serei sempre. Quando sofro não é só por mim, mas também pelos homens trans, as travestis e mulheres trans que diariamente são assassinados, espancados, expulsos de casa, que não têm emprego, moradia ou condições mínimas de uma vida digna. Não me escondo para que um dia os relatos das violências que suportamos sejam coisas do passado que as novas gerações acharão tão absurdas como todos os outros absurdos que já cometemos e ainda corrigimos“, disse ele, que está com 55 anos.

“A masculinidade tóxica é estimulada para servir ao estado, mas isso não é de agora, sempre aconteceu. Como explicar os treinamentos que sempre foram dados com foco na estimulação da agressividade? Homens simples são treinados para se sentirem fortes e poderosos, alguns saem para as ruas como se tivessem peito de aço, quando o que deveria acontecer seriam ações de inteligência com estratégias, e não esse estímulo que coloca em risco o equilíbrio mental dos profissionais”, continuou Lessa, um dos convidados da sétima edição de Todos os Gêneros: Mostra de Arte e Diversidade, evento online promovido pelo Itaú Cultural, com o tema Masculinidades.

“A masculinidade tóxica é um monstro que está engolindo exatamente quem se achava beneficiado por ela, infelizmente ainda temos uma parcela que não se deu conta de que o maior envenenado é quem a exerce. Isso é um fato, mas não unanimidade, temos muitos pares em todas as forças de segurança que já se deram conta que é preciso mudar e promover a mudança. É uma desconstrução lenta e necessária“, concluiu.

Edmundo fala sobre sua relação com o filho homossexual: “não sou um pai maravilhoso”.



Durante um bate-papo com o jornalista Felipeh Campos, pelas redes sociais, o ex-craque, Edmundo, abriu o jogo sobre a sua relação com o seu filho Alexandre Mortágua, de seu casamento com a ex-modelo Cristina Mortágua.

Segundo o famoso, a sua falta de afinidade com o rapaz não é por conta de sua sexualidade, e sim pela época em que ele nasceu. “É muito ruim você se indispor com alguém, sem ser diretamente. Eu tive uma história muito rápida com a mãe do Alexandre em termos de afinidade e afetividade. Num momento em que minha carreira estava em ascensão. Depois que o Alexandre nasceu, eu joguei na Itália, no Japão, Belo Horizonte e Florianópolis e não consegui muito ver o crescimento dele”, comentou ele, que se prolongou.

“Não sou assim um pai maravilhoso para ele. Porque eu trabalho, viajo e gosto de fazer as minhas coisas. Mas sempre encontrei resistência. Eu o amo igual os meus outros filhos. Mas os outros filhos vem na minha casa no dia dos pais, no Natal, no meu aniversário, me mandam mensagens”, argumentou Edmundo.

Por fim, ele deixou claro que não é contra o fato do filho ser homossexual. “Eu tenho diversos amigos homossexuais, muitos deles famosos. E eu não tenho nenhum problema com isso. Até porque é a ideia de cada um. É algo particular. Na vida, a gente tem que ser homem e ter respeito aos mais velhos. E isso é independente da relação sexual”, concluiu.

Após perder a filha transexual, pastor abraça causa LGBT+.


Luara Redfield e Luis Henrique Leandro Ferreira

Depois de perder a filha transexual aos 19 anos de idade, em Mairinque, o pastor Luis Henrique Leandro Ferreira deixou claro ao G1, que abraçará toda a comunidade LGBT+, já que Luara Redfield apoiava e lutava contra qualquer tipo de discriminação.

“Vou abraçar a causa porque eles precisam. Vou ter retaliação por ser um pastor evangélico, mas não devo nada para ninguém. Perder a filha é uma dor que eu nunca senti na vida, imensurável“, iniciou ele, que se prolongou.

“Estou disposto a lutar por essa causa e ajudar trans desaparecidos. O que eu puder fazer para ajudar, eu vou“, argumentou o religioso.

O responsável pela morte da jovem, o próprio namorado da vítima, é Jonathan Richard de Lima Moreira, de apenas 18 anos, e está detido inicialmente por 30 dias, após ter confessado o crime na delegacia.

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