sexta-feira, outubro 23, 2020

FOFOCAS DE CELEBRIDADES - GOSSIP

 40 anos depois, Paul McCartney vai lançar "McCartney III".



Depois de 40 anos, e pela terceira vez, Paul McCartney vai lançar um álbum composto, gravado e executado de maneira solitária. "McCartney III" chega ao mercado em 11 de dezembro e foi feito durante a pandemia da Covid-19 (em "rockdown", como o músico brinca no trailer que anunciou o lançamento).


The Cranberries elogia cover de "Zombie" feito por Miley Cyrus: "A Dolores ficaria impressionada".


A cantora escolheu um dos maiores hits da banda, que tinha Dolores O' Riordan como vocalista, para parte de sua performance no festival beneficente Save Our Stages (o #SOSFEST), que aconteceu no Whisky a Go Go, em Los Angeles. A banda irlandesa acrescentou, inclusive, que Dolores, morta em 2018, teria ficado admirada com a versão da cantora.

Carrie Underwood é o grande destaque do CMT Awards 2020, maior prêmio da música country.



Carrie Underwood levou pelo segundo ano consecutivo o maior prêmio da noite, de Vídeo do Ano com "Drinking Alone". A cantora já havia vencido no ano passado, com o clipe de "Cry Pretty". Entre os artistas masculinos, o melhor vídeo ficou para Luke Bryan, com "One Margarita".

'The Boys In The Band' ainda tem muito a dizer sobre a vida dos gays em 2020.


Filme postado na sessão Filmes temáticos LGBT

Estrelada por Jim Parsons e Zachary Quinto, a nova adaptação do drama gay seminal, dirigida por Joe Mantello, estreou na Netflix recentemente.

pendendo de para quem você pergunta, a peça The Boys in the Band, de 1968, ou é um marco que captou os sentimentos de homens gays antes da revolta de Stonewall ou é um retrato estereotipado que, em última análise, representa uma traição à comunidade LGBT em geral.

Com esse legado controverso em mente, o diretor Joe Mantello espera que os espectadores abordem sua adaptação cinematográfica de The Boys in the Band como “uma história específica sobre pessoas específicas numa noite específica”, levando em conta os avanços sociais que pareciam fora do alcance de pessoas LGBT na época em que a peça foi escrita.

Dono de dois prêmios Tony, Mantello primeiro dirigiu The Boys in the Band na Broadway em 2018. Dois anos mais tarde, ele e o produtor Ryan Murphy reuniram outra vez o elenco integralmente gay dessa produção – incluindo Matt Bomer, Jim Parsons e Zachary Quinto – para fazer o filme, que estreou na Netflix recentemente. Graças a esse elenco fortíssimo, o novo Boys pode ter ganhado sua versão mais acessível de todas até agora.

“Mart Crowley (autor da peça) identificou determinadas verdades sobre a identidade gay, coisas que, apesar de essa história ser específica de um momento determinado de nossa história, parecem estar muito presentes também hoje”, disse Mantello ao HuffPost.

“Olhando desde uma perspectiva histórica – considerando que foi a primeira peça de teatro sobre a vida de homens gays que fez sucesso junto ao público mainstream e que ainda mobiliza as pessoas mais de 50 anos mais tarde ―, foi uma realização espantosa.”


Os astros de “The Boys in the Band” (da esquerda para a direita) Tuc Watkins, Andrew Rannells, Matt Bomer, Jim Parsons, Zachary Quinto, Robin de Jesús, Brian Hutchison, Michael Benjamin Washington e Charlie Carver. Todos os atores são gays.

Ambientado em 1968, o filme acompanha Michael (representado por Jim Parsons), que dá uma festa de aniversário em um loft elegante de Nova York para seu amigo Harold (Zachary Quinto).

Entre os convidados, estão o namorado intermitente de Michael, Donald (Matt Bomer), o decorador de interiores Emory (Robin de Jesús) e o artista Larry (Andrew Rannells), que está em um relacionamento com Hank (Tuc Watkins), que está prestes a se divorciar de sua mulher.

O clima ganha um tom dramático com a chegada do antigo colega de quarto de Michael, (Brian Hutchison), que é casado com uma mulher mas cuja sexualidade é questionável. A noite avança com álcool correndo solto e socos e insultos trocados. Quando o dia amanhece, cada um dos homens terá sido forçado a encarar sua sexualidade e identidade de frente.

Ryan Murphy chamou Joe Mantello – que é gay e tem em seu currículo profissional as peças de teatro queer seminais Angels in America, Love! Valour! Compassion! e The Normal Heart – para dirigir The Boys in the Band na Broadway para o cinquentenário da peça, dois anos atrás.

Juntos, Murphy e Mantello fizeram testes com uma multidão de atores, tanto gays quanto héteros. O fato de cada ator que acabou sendo escolhido ser gay não foi uma decisão intencional, disse Mantello, mas “um acaso feliz”.

“Não nos limitamos a fazer testes apenas com atores declaradamente gays”, ele explicou. “Mas, quando ficou claro que os nove escolhidos eram todos gays, é claro que isso influiu sobre o trabalho. Havia uma espécie de entendimento inato, sem palavras, que eles tinham entre eles e da temática do filme.”

A produção de The Boys in the Band na Broadway foi elogiada pela crítica e recebeu o prêmio Tony de Melhor Revival de uma Peça de Teatro em 2018. Murphy estava ansioso por repetir o mesmo sucesso com o filme.

O filme que vemos na Netflix utiliza o roteiro de Mart Crowley escrito para o filme de 1970 (no Brasil, Os Rapazes da Banda), com atualizações de Ned Martel, e se mantém bastante fiel à peça de teatro.

Fundada em 1993, Bel Ami finalmente contrata seu primeiro modelo preto.



Após 27 anos de existência, a Bel Ami agora tem um modelo preto em seu casting. Trata-se de Kedar Marchetti, que já pôde ser visto pela plataforma de web cam da produtora, onde se apresenta há quase um ano, e agora acaba de gravar a sua primeira cena solo.

A chega do ator é uma pequena revolução no ambiente quase “só branco” da produtora, que sempre apostou em atores jovens, brancos e lisos. Fundada em 1993 por Lanning Jánosov, que usa o pseudônimo Georges Duroy, em referência ao personagem principal do romance “Bel Ami” escrito por Guy Maupassant, o estúdio pornô manteve desde o seu início uma perturbadora falta de diversidade. Segundo informações da revista Têtu, o rapaz ainda reluta em participar de uma sessão de sexo para a produtora.

Desde sua estreia, o estúdio só usou uma vez no passado um modelo preto, o americano Adam Dexter, durante uma colaboração com a produtora Colt Studios. Em 2018, durante uma viagem à Colômbia, a gravadora filmou algumas cenas com o ator local, Mario Borges. 

Websérie gay “Tão só, Tão seu”, apresenta temáticas interessantes, veja.



Idealizada pelo escritor Daniel Sena, o canal do YouTube “Coletivo Cais”, lançou nos últimos dias, a série gravada totalmente através de celulares, “Tão só, Tão Seu”, na plataforma.

A abordagem principal da produção apresenta temas como intolerância religiosa, fakes News em veículos da internet e, relacionamentos à distância. Além destes, o projeto também discute de forma intensa, a homofobia.

A iniciativa da série veio após o sucesso de “Um amor para o amanhã”, que, bateu recordes de visualizações no YouTube.

Vale citar que, o canal é criado de forma totalmente independente, e sem patrocínio algum. Desta vez, o veículo conta com a interatividade do público, por meio de lives que visam discutir assuntos e temáticas da série.

Tyler Posey revela que fez sexo oral em homens e que já foi passivo: “Fui fod**o com cinta peniana”.



Tyler Posey continua dando o que falar! Depois de criar uma conta no OnlyFans, o ator decidiu compartilhar na rede social alguns vídeos falando sobre algumas de suas experiências eróticas com homens.

“Eu não fiz sexo com um homem, mas fizemos oral, se que é que você me entende. Mas sexo nunca“, disse o ator de 29 anos durante sessão de perguntas e respostas com os fãs. “Para todo mundo que é novo aqui e está perguntando se eu já fiquei com homens, a resposta é sim. Já usei um vibrador? Sim. Eu fui f* com uma cinta peniana“, continuou ele. Eita!

Ficou afim de conferir?! Para ter acesso ao conteúdo do ator na plataforma os fãs precisam desembolsar R$ 84. Você pagaria?!

Mulher assiste a pornô gay e descobre que marido é um dos atores do filme.



O homem alegou que, apesar de ser heterossexual, desenvolvia comportamentos gays em virtude de sua dependência química.

Uma norte-americana de 26 anos teve uma mudança radical na vida após decidir assistir um filme pornô depois que o marido foi dormir. Enquanto escolhia um vídeo na categoria sexo entre homens, ela encontrou o marido em um dos filmes. O rapaz, identificado apenas como Brandon, aparece na gravação usando a aliança de casamento enquanto tem relações sexuais com vários homens ao mesmo tempo.

A mulher, que procurou ajuda em um fórum da internet, disse que sempre preferiu essa categoria de filmes pornográficos. Ela e o marido passaram a viver em casas diferentes depois da descoberta. Ela também realizou exames para detectar possíveis doenças sexualmente transmissíveis.

"Vou tentar não deixar isso muito explícito, mas cliquei em um vídeo aleatório e, definitivamente, era meu marido (na tela). O rosto dele estava plenamente visível, várias tatuagens específicas. Era ele. Eu sabia, sem sombra de dúvidas, que aquilo aconteceu depois de nos casarmos, porque ele estava com a droga da aliança", escreveu a usuária que preferiu manter o anonimato.

Após pedir ajuda aos integrantes do fórum, sugeriram que ela conversasse com o marido e assim ela fez. O esposo justificou a gravação dizendo que ele tem um problema com drogas.

"Ele disse que tem um problema com metanfetamina e que isso 'deixa ele gay'. Isso tem acontecido por meses. Ele tem encontros aleatórios via Grinder. Não foi um evento isolado. Estou arrasada. Ele disse que vai para uma reabilitação. Eu disse para ele que estamos muito longe de onde estávamos e que eu queria o divórcio", contou.

A mulher disse que o marido pediu para ela não contar sobre a descoberta para ninguém. Ela, no entanto, enviou imagens do vídeo para o chefe e para a família dele.

FAIZ ISSO NÃÃÃÃÃÃÃOOO...


VAI ESPERTINHO!


ADORO PÊSSEGOS!!


EEEEEPA!


ABRE AS PERNAS, AMOR!



AQUI SÓ TÊM PAU? NÃO TÊM BUNDA NESSA PORRA?



QUE QUÉ ISSO MULEKE!!

SEANN WILLIAM SCOTT



ANÔNIMOS TAMBÉM TÊM VEZ...



TENHA UM BOM DIA!


ATÉ MAIS!


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