sexta-feira, outubro 16, 2020

MINHA VIDA GAY

 Noivo dança Lady Gaga em casamento e surpreende parceiro.


Um vídeo divertido de um casamento que aconteceu em Salt Lake City, nos Estados Unidos, viralizou nas mídias sociais. Para alegrar o momento que costuma ser acompanhado por músicas clássicas tradicionais, o noivo Brock Dalgleish resolveu trazer o seu lado little monster à tona.

Riley Jay Barrington, o parceiro, ficou surpreso positivamente, claro. Na ocasião, alguns convidados também acompanharam Brock na performance emblemática. A música escolhida foi Stupid Love, sucesso recente de Lady Gaga.

“Foi meu sonho se tornando realidade! Um flashmob no casamento com todos meus amigos! Quero seu amor estúpido!”, escreveu Brock na postagem. Os dois foram ovacionados nas redes.

Aliás, falando em Lady Gaga, a musa liderou a lista de disputa pelos prêmios com sete indicações para o EMA 2020. Lady Gaga concorre nas categorias incluindo Artista do Ano, Melhor Artista Pop e Clipe do Ano por sua colaboração com Ariana Grande na música “Rain On Me”.
Igor Cosso revela que escondia namorados por medo de represálias.

Igor Cosso revela que escondia namorados por medo de represálias.



O ator Igor Cosso, conhecido por estrelar a novela Salve-se Quem Puder (TV Globo), revelou alguns pormenores de sua vida para o canal TEDx Talks no YouTube. Segundo o ator, passou por situações de homofobia explícita e temia represálias no trabalho.

“Um jornalista publicou que tinha um ator gay em um trabalho que eu fazia, que era eu”, contou. “Uns dias depois, eu fui gravar, estava morrendo de medo. Fui entrar no set e um cara da equipe técnica parou, olhou no meu olho e falou para mim, para todo mundo escutar, de propósito: ‘O viadinho chegou’. E todo mundo em volta começou a rir”, revelou.

“Eu lia nas revistas e nos jornais gente grande do mercado dizendo que um ator do meu perfil não podia se assumir gay, porque senão ele nunca mais ia trabalhar”, disse o famoso, que recebeu apoio da web após revelar ser gay.

“Comecei a engolir um monte de piada machista que eu escutava. Eu não socializava de jeito nenhum com os meus colegas de trabalho, ficava escondendo os meus namoros”, destacou o Igor.

Tribunal de Apelações sustenta cidadania de filho de casal gay na Califórnia.


Andrew e Elad Dvash-Banks estão felizes com a decisão.

Cidadania era negada porque um dos gêmeos foi concebido com o material genético de um cidadão norte-americano e o outro com o material genético de seu parceiro israelense.

Um Tribunal Federal de Apelações confirmou a cidadania de um filho gêmeo de um casal do mesmo sexo que vive em Los Angeles (Califórnia), determinando que a criança é cidadã norte-americana desde o nascimento.

A decisão unânime de um painel de três juízes do Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos Estados Unidos manteve a decisão do tribunal inferior do ano passado, afirmando que o Departamento de Estado não tinha razão legítima para negar a cidadania de primogenitura a Ethan Dvash-Banks, de 4 anos de idade.

Um porta-voz do Departamento de Estado disse que o departamento está ciente da decisão e está revisando a decisão com o Departamento de Justiça.

Os advogados de Andrew e Elad Dvash-Banks entraram com uma ação em janeiro de 2018 contra o governo federal, denunciando que porque um filho foi concebido com o material genético de um cidadão norte-americano e o outro filho com o material genético de seu parceiro israelense, um deles era tratado pelo governo como cidadão americano, enquanto o outro era forçado a entrar no país com visto de turista.

"Estamos muito felizes e satisfeitos com a decisão de que nossos filhos gêmeos devem ser tratados da mesma forma que os filhos de todos os outros casamentos, e esperamos que esta decisão ajude outras famílias LGBTQ a garantir os direitos iguais que merecem", disseram Andrew e Elad Dvash-Banks em um comunicado na última sexta-feira (9).

A ação, movida em nome do casal no tribunal federal de Los Angeles pela Immigration Equality, uma organização de direitos dos imigrantes LGBTQ, alegou que o Departamento de Estado negou a cidadania à criança porque o menino não tinha uma conexão biológica com o pai que tem cidadania dos EUA.

"Depois de anos de o governo federal negar os direitos de Andrew e Elad como casal, o Nono Circuito decidiu em favor da família", disse Aaron C. Morris, diretor executivo da Immigration Equality e co-conselheiro do casal.

“Esses pais não terão mais que se preocupar que seus filhos gêmeos sejam tratados como se tivessem nascido fora do casamento simplesmente porque têm dois pais. Esta decisão demonstra mais uma vez que é importante que o Departamento de Estado mude sua política discriminatória”.

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