terça-feira, outubro 06, 2020

MINHA VIDA GAY

 Homem trans viraliza na web comemorando oito meses de gestação: “Sempre sonhei em ser pai”.


Danny Wakefield 

Um homem transsexual dos Estados Unidos chamado Danny Wakefield, vem ganhando as redes sociais após viralizar na web por compartilhar o processo desde sua inseminação até a trigésima primeira semana de gravidez, exibindo a evolução de sua gravidez.

“Hoje estou oficialmente com 31 semanas de gravidez! É uma loucura pensar que em apenas nove semanas ou menos, terei meu pequeno bebê milagroso em meus braços. Sonhei em ser pai minha vida inteira. Por muito tempo, vivi com medo de que isso se tornasse uma possibilidade devido às construções de gênero e de viver em uma sociedade que me dizia que eu não deveria fazer essa jornada como outra coisa senão uma mulher“, iniciou Danny, orgulhoso da sua gestação.

“Mas eu nunca fui ou me senti como uma mulher. E independentemente, aqui estou eu, trinta e uma semanas em uma sociedade de sonho continua a me dizer que está errado. Mas veja, independentemente da lente que você está olhando, meu corpo está fazendo mágica acontecer com alguns dos órgãos reprodutivos com os quais nasci“, continua ele.



“Estou criando a vida que sempre sonhei e não há nada de errado com isso. Na verdade, é mais lindo do que eu jamais sonhei. Meu bebê será profundamente amado e bem-vindo a um mundo onde tudo o que ele sonha é possível. Comentários odiosos farão com que você seja banido e excluído. O que preconceituosos pensam de mim não é da minha conta“, concluiu o homem trans, realizado com a espera de seu primeiro filho.

Mãe viraliza ao compartilhar fotos do filho brincando de boneca e fantasiado de sereia.



Uma moradora da cidade de Birigui, no interior de SP, viralizou nas redes sociais ao relatar a alegria de ter finalmente deixado o filho comprar uma boneca e uma fantasia de sereia. Em entrevista ap G1, a mãe do garoto conta que ele sempre gostou “de tudo que é de menina”, mas que ela e o pai do menino relutavam em aceitar isso.

“Esse ano eu e o pai entramos em um acordo e decidimos consentir. Confesso que meu sonho como mãe sempre foi deixá-lo ir na loja e escolher o que quisesse, porque nunca o vi brincar com um brinquedo se sentindo feliz”, escreveu. A mãe conta que levou o filho a uma loja e o deixou comprar o que ele quisesse. O garoto escolheu um jogo, uma boneca e a fantasia de sereia.

“Talvez você que está vendo essa publicação não concorde com nossa decisão, mas sua opinião não me importa. O que importa pra mim é o sorriso dele. E ele saber que pode contar comigo e com o pai para o que o futuro tem reservado para ele”, disse a mãe, que finaliza o post citando uma frase do filho: “Ele é um presente de Deus em minha vida e um dia ele mesmo me disse: ‘Mãe, Deus sabe de todas as coisas. E Deus que me fez assim, então ele sabe o que está fazendo’”.

Nos comentários, a atitude do pais foram só elogios. “Sem palavras para definir essa sua atitude! Atitude de mãe verdadeira que ama seu filho acima de tudo! Mãe que não está preocupada com o que os outros irão falar e sim com a felicidade do seu filho”, comentou um internauta.

Confira



Vídeo de casamento gay: história emocionante viraliza nas redes sociais.


Tom Marcelino e William Mayer

Pouco antes do início da pandemia, quando ainda não imaginavam o que estava por acontecer no mundo todo, o casal Tom Marcelino (@tomdsm) e William Mayer (@mayerwilliam) celebraram o seu casamento. Em um sítio de amigos, o casamento foi organizado pelo casal e contou com a ajuda dos padrinhos para tornar a cerimônia possível. 

Quem oficializou a união do casal foi a drag queen Rebeca Rebu (reburebeca) e o músico responsável foi o artista LGBT Philipe Philippsen (@lipsen.ph). Todos participaram da cerimônia porque acreditavam nessa união.



As músicas interpretadas por Philippsen são todas de artistas LGBTs, sendo eles Liniker, Johnny Hooker e Fred Mercury. Durante o coquetel as músicas que embalaram a festa também eram todas de artistas LGBTs como Gloria Groove, Majur, Potyguara Bardo e Pabllo Vittar. 

“Nunca imaginei que um dia eu fosse casar. E falo isso, pois desde muito novo fui consciente da minha homoafetividade. Cresci em um mundo que não permitia o casamento entre duas pessoas que se amavam. Foi só em 2001 que o primeiro país do mundo liberou o casamento e só em 2013 que ele foi regulamentado no Brasil. Digo regulamentado, pois ainda não existe nenhuma lei de fato que garanta completamente este direito. Então como seria possível querer casar se até os meus 25 anos de idade, a simples ideia de fazer isso era inaceitável?”, disse William em seu discurso.



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