segunda-feira, outubro 26, 2020

NOTÍCIAS DO MUNDO GAY

 Pastor evangélico critica Papa Francisco após apoiar homossexuais.


Franklin Graham

O pastor Franklin Graham, não gostou nada da declaração do Papa Francisco sobre a vida pessoal dos homossexuais. Na ocasião, o religioso usou a sua conta oficial do Facebook para afirmar que estão tentando “normalizar”, a homossexualidade.

“Impensáveis ??à luz da Palavra de Deus”. “A primeira família consistia em um marido e uma esposa, depois em seus filhos, que é como Deus define a unidade social mais básica da sociedade, a família. A Bíblia deixa claro que Deus desaprovava quando ‘as mulheres trocavam as relações naturais por outras contrárias à natureza“, começou ele, que se prolongou.

“E os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e foram consumidos de paixão uns pelos outros. Para o Papa Francisco, tentar normalizar a homossexualidade é dizer que as Sagradas Escrituras são falsas, que nossos pecados realmente não importam e que podemos continuar a viver eles“, argumentou o pastor.

Vale citar que, a declaração em prol dos homossexuais pelo Papa, foi dada no inicio desta semana; “Pessoas homossexuais têm o direito de estar em uma família. Elas são filhas de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deveria ser expulso (dela) ou transformado em miserável por conta disso”, comentou ele.

Mais de 100 alunos apareceram de saia para protestar contra preconceito e masculinidade tóxica em escola.



Mais de 100 meninos apareceram usando saias na escola Collège Nouvelles Frontières, no Canadá, para protestar contra a discriminação, homofobia e sexismo nas dependências da instituição de ensino.

Segundo informações do portal Gay Times, o estudante Zachary Paulin, de 16 anos, foi o responsável por liderar a ação. Inspirado por protestos que viu em Montreal, Paulin contou a um grupo de amigos sobre seu plano de aparecer usando uma saia. Inicialmente, ele pensou que apenas 30 pessoas alunos iriam participar, mas mais de 100 colegas estudantes apareceram, todos vestindo saias. Em declarações ao canal CBC, ele disse que ficou surpreso com o resultado. “Eu sabia que seria um grande movimento, mas não tão grande”, afirmou. “Fiquei agradavelmente surpreendido.”

Paulin também postou uma declaração no Instagram compartilhando uma mensagem explicando por que ele e seus amigos decidiram protestar. “Hoje, você provavelmente viu que alguns meninos, inclusive eu, usavam saias”, escreveu Paulin na publicação com algumas fotos do dia. “Bem, deixe-me falar um pouco sobre por que fizemos isso. Basicamente, um menino de saia é um sinal de resiliência, solidariedade e apoio na batalha interseccional pela igualdade entre os sexos”, continuou.

“O duplo padrão de como a sociedade vê nossas mulheres e nossos homens é evidente; se uma mulher decide usar terno ou calça, roupa associada à masculinidade, não é grande coisa. Mas no momento em que um homem faz algo remotamente feminino – seja pintando a unha, usando maquiagem ou, no nosso caso, uma saia – os dedos apontam e ele se sente insultado. As pessoas dirão que ele não é um ‘homem de verdade’ e assumirão automaticamente sua orientação sexual“, diz Paulin.

“Então, ao usar saia, estamos unidos e juntos contra a sexualização das mulheres e enviando uma mensagem contra a masculinidade tóxica que impede os meninos de serem quem realmente são, sem julgamento. Estamos em 2020, devemos ter a mente aberta e lutar para acabar com a discriminação, homofobia e sexismo. Isso é o que nossas saias representam“, finaliza o estudante. Maravilhoso, né gente?!

Ministério Público de São Paulo acusa Marco Feliciano de estimular homofobia e pede indenização de R$ 100 mil.



A promotora Anna Trota Yaryd, do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), acusa o pastor Marco Feliciano (Republicanos-SP) de utilizar seu mandato como deputado federal para estimular a violência contra a comunidade LGBTQ+ e pede indenização de R$ 100 mil por danos morais coletivos.

Segundo informações do colunista Rogério Gentile, do UOL, a promotora diz que o pastor utilizou imagens fakes, em 2015, para defender a proibição da Parada LGBTQ+. A divulgação de imagens de pessoas quebrando a imagem de uma santa no chão fez com que a atriz transexual Viviany Beleboni, que representou Jesus crucificado, fosse vítima de violência física.

Em sua defesa, o deputado diz que não fez discurso de ódio e possui o direito da livre manifestação do pensamento ou liberdade religiosa. “Fiz, sim, duras críticas políticas e ideológicas sobre a atuação da comunidade LGBT, mas dentro dos limites impostos pela lei”, afirma no processo. Para Feliciano, a ação do MP-SP atenta contra o Estado Democrático de Direito porque quer calar um deputado. O processo ainda não foi julgado.

Trans consegue proteção da Lei Maria da Penha e encoraja outras a denunciar.



Shakira Nascimento sofreu agressões do companheiro de 28 anos, assim que decidiu terminar o relacionamento.

Em quatro meses de relacionamento, a cuidadora de idosos Shakira Costa do Nascimento, 26, conta que foi agredida três vezes pelo então companheiro, de 28 anos. Segundo ela, as agressões começaram no mês passado quando Shakira disse que queria a separação. Na mais grave das agressões, no dia 16 de setembro, Shakira, que é transexual e mora na cidade de Rio Verde (GO), conta que levou um golpe no pescoço que a deixou imobilizada. Depois, o agressor a puxou pelos cabelos e a arrastou pelo corredor da casa onde moravam, além de dar socos em seu rosto. O homem também tentou jogar uma garrafa nela. Ao ser arrastada, a mulher teve vários cortes na perna com os cacos de vidro que ficaram no chão.

As agressões só cessaram depois que uma vizinha chamou a polícia e encorajou Shakira a pedir ajuda na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) da cidade. Dois dias depois de registrar um boletim de ocorrência contra o agressor, a cuidadora conseguiu uma medida protetiva, que impede que o ex-companheiro se aproxime dela, de seus familiares e amigos.

"Ele me machucou tanto por dentro como por fora. Eu procurei ajuda e, graças a Deus, a Lei Maria da Penha estava lá para me defender. Por isso, mostro meu rosto para incentivar outras trans a também procurarem ajuda", diz Shakira.

"Quando fui à delegacia, eu não tinha certeza se me enquadraria na Lei Maria da Penha por ser transexual. Mas, lá, tive todo o apoio. Quando minha medida protetiva saiu, me senti amparada. Hoje, estou segura", diz. O ex-companheiro de Shakira, preso no dia das agressões, foi liberado depois de ser ouvido. Ele ainda é investigado pela Polícia Civil por violência doméstica.

Por causa dos ferimentos, a cuidadora de idosos chegou a ficar internada por um dia em um hospital para se recuperar.

'Lei não olha com preconceito'

Apesar do trauma, ela conta que, agora, consegue dormir tranquila e quer encorajar outras mulheres trans a também denunciar seus agressores e buscar ajuda na Lei Maria da Penha. Nas redes sociais, Shakira relata sua história e conversa com mulheres trans sobre o caminho percorrido até conseguir uma medida protetiva. Ela busca, em lives e vídeos, levar informação e mostrar que a Lei Maria da Penha ampara todas as mulheres vítimas de agressão.

"A lei é para transexuais também. Meu objetivo é, principalmente, mostrar a essas mulheres que nós também temos direitos e que há uma lei que nos guarda e protege", explica Shakira. "Nós temos uma lei a nosso favor e ela não olha com preconceito, pelo contrário, nos acolhe. Assim como me acolheu, acolhe muitas outras mulheres."

Em seus vídeos, a cuidadora de idosos faz questão de ressaltar a importância de não aceitar violência, física ou verbal, e incentiva as mulheres a denunciar as agressões assim que elas começam. "Sempre falo que tem que denunciar, não podemos nos calar", diz. "A gente não pode deixar passar a primeira agressão porque logo haverá a segunda, a terceira. Agrediu acabou o respeito e acabou o afeto. Quem ama cuida e protege, não agride."

Poucas mulheres trans buscam ajuda

Não há estatísticas sobre o número de mulheres trans que denunciam seus agressores e entram com pedido de medida protetiva por meio da lei Maria da Penha porque não há diferenciação entre as vítimas na hora do registro.

No entanto, segundo a advogada e presidente da Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da OAB-SP, Marina Ganzarolli, a falta de informação ainda faz com que essas vítimas não busquem proteção.

"A Lei Maria da Penha se destina às mulheres. Infelizmente, o número de mulheres trans que procuram auxílio ainda é baixo e isso se deve ao fato de que muitas delas vivem em situação de vulnerabilidade social", diz Marina.

"Aliado a isso, ainda temos a questão da exclusão. Sabemos que, na prática, muitas delas recebem uma recepção negativa, nas delegacias, pelo agente policial, por um juiz. Infelizmente, ainda temos esse tipo de situação. Mas lutamos para que essa realidade mude."

A advogada destaca ainda que a lei não ampara apenas mulheres agredidas por seus companheiros. Qualquer agressão contra mulheres, seja por parte de pai, tio, irmão ou conhecido, por exemplo, também se enquadra na proteção oferecida pela lei.

Ator pornô de 27 cms é denunciado por golpe de “Boa noite Cinderela”.



Neste sábado (24), o ator pornô Rodrigo XXX foi preso pela polícia por aplicar vários golpes de “Boa noite,  Cinderela” em homens gays que encontrava, roubava e fugia com o dinheiro após o agendamento do programa para sexo.

João Bosco Rodrigues Júnior, nome verdadeiro do rapaz, é conhecido pelo público gay por seus filmes eróticos na produtora Tim Tales e Meninos Online, onde ostenta 27 cms de pênis. O rapaz praticava encontro com homens no Grindr e em boates gays, batizando bebidas e roubando seus pertences.

Segundo a investigação da polícia, as vítimas ficavam dopadas e passavam seus cartões e senhas. Nos últimos meses, a polícia recebeu inúmeras denúncias referentes aos golpes de Rodrigo XXX, onde ele já estava sendo procurado.

Na sexta-feira, o golpista foi localizado em um motel na zona oeste da capital paulista. A polícia conseguiu recuperar mais de R$ 100 mil provenientes dos golpes dados pelo ator pornô.

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