quinta-feira, dezembro 31, 2020

NOTÍCIAS DO MUNDO GAY

 Supremacia branca e antiesquerda ameaça ONG LGBT com bomba.


Integrantes da entidade na Ucrânia temem concretização da ameaça.

Uma entidade LGBT na Ucrânia recebeu ameaça de bomba de supremacia branca e anti-esquerda.

"Vou matar todos vocês com uma bomba. Representantes da comunidade LGBT, estou me dirigindo a vocês em nome da população branca da Alemanha", diz o início do e-mail à liga, associação voltada a LGBT no país.

O texo continua afirmando que a atitude é resposta à "ofensiva progressista contra nosso país" e que por isso foi tomada decisão de responder com "terror racial solitário".


Imagem recebida pela entidade.

O e-email informa endereço em que foi plantada a bomba, que é o nesmo da entidade.

"Vou detonar uma bomba perto deste edifício para matar o maior número possível de ocupantes, depois chegar ao local e abrir fogo com uma carabina automática", escreve a pessoa terrorita.

No remetente da mensagem está escrito o nome sde um partido nacionalista registrado na Holanda, Parij voor de Vrijheid Gert.

O e-mail se encerra dizendo se tratar do "início da libertação da opressão liberal de esquerda e a salvação da raça branca."

Uma foto como o dispositivo supostamente colocado no prédio foi anexada à mensagem.

De acordo com a entidade, foram feitas buscas no local e nada foi encontrado. Mas a apreensão é grande e os ativistas pediram a seus seguidores nas redes sociais que os contatem caso tenham informações que levem aos responsáveis.

Casal denuncia homofobia ao ter corrida recusada por motorista de Uber: “Eu não levo viado”.



Mais um casal gay foi vítima de homofobia por parte de um motorista do Uber. Segundo Marcelo Salazar Rodrigues, de 41 anos, e Nathan de Souza, de 36, no último domingo (27/12), eles solicitaram um carro após fazerem compras e, assim que o veículo parou, o motorista abaixou o vidro e os ofendeu gratuitamente.

“O motorista disse: ‘Chamem outro carro, eu não levo viado’“, disse Marcelo ao G1. De acordo com o casal, esta é a primeira vez que os dois são vítimas de homofobia por parte um motorista do aplicativo. “Vou fazer a queixa crime, porque passar por homofobia é humilhante. Nós choramos demais. Precisamos ser respeitados. Não importa se moro com homem ou não, respeito cabe em qualquer lugar“, desabafou Marcelo. “Fora que a corrida não é de graça e ninguém paga fiado. É tudo no dinheiro ou no cartão de crédito. O meu companheiro está arrasado“, lamenta.

Segundo o G1, o motorista ainda cancelou a corrida marcando a opção de que não encontrou o passageiro, o que gerou multa ao casal. Que cara de pau, gente!

 Em nota, o Uber afirmou que tem uma política de tolerância zero a qualquer forma de discriminação em viagens realizadas pela plataforma. “Assim que soubemos do incidente, banimos o motorista citado e entramos em contato com o usuário para prestar apoio“, diz trecho da nota.

Nota da Uber

Levamos esse tipo de denúncia muito a sério. A Uber tem uma política de tolerância zero a qualquer forma de discriminação em viagens realizadas por nossa plataforma. Assim que soubemos do incidente, banimos o motorista citado e entramos em contato com o usuário para prestar apoio. A Uber defende o respeito à diversidade e reafirma o seu compromisso de promover o respeito, igualdade e justiça para todas as pessoas que se declaram LGBTQIA+.

Vereador morre em acidente um dia após morte de namorado.



Rafael Morales, conhecido como o vereador Branquinho Morales (PSDB), morreu em decorrência de um grave acidente de carro no fim da tarde de terça-feira (29). O político atuava pelo PSDB em Salto Grande (SP).

O carro, bruscamente, chocou com a base de concreto de um monumento a Nossa Senhora do Patrocínio. Os médicos foram chamados, mas sem êxito, o vereador morreu no local da batida.

O acidente aconteceu um dia após a morte de seu namorado, também morto em um acidente de trânsito, após colidir sua moto. Morales cumpria ainda o mandato de 2016, no qual foi eleito com 146 votos.

O velório foi na quarta-feira (30), às 15h e o enterro às 17. Familiares e amigos lamentaram o ocorrido.

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