terça-feira, janeiro 12, 2021

MINHA VIDA GAY

 O pro-ciclista belga Justin Laevens 'sai do armário" como gay.



Laevens, de 19 anos, falou sobre sua sexualidade em uma nova entrevista para o site de esportes belga SportNU.be.

“Já fazia dois anos que pensava nisso. Foi um grande passo ”, explicou Laevens na entrevista. “Meus pais foram muito positivos sobre isso. Eu estava especialmente com medo das reações de pilotos ou equipes maiores, de que eles olhassem para mim de forma diferente, mas não acho que seja esse o caso. ”

A admissão de Laevens é de particular importância, dada a escassez de pilotos abertamente gays nas corridas de cross. Para Laevens, porém, a necessidade de assumir superou em muito qualquer repercussão negativa.

“Estar no mundo dos esportes é difícil”, disse Laevens. “Espero poder ser um exemplo para outros atletas, para ciclistas ou ciclistas que ainda podem estar escondidos em suas conchas.”

Felizmente, a resposta até agora tem sido positiva. Laevens acessou o Instagram para agradecer ao mundo pela demonstração de apoio que recebeu. Sua história no Instagram também confirma que ele está junto com seu namorado, o também piloto Idse Storme, por cerca de nove meses.

“Obrigado por todas as suas mensagens lindas e positivas!” ele postou na manhã de 7 de janeiro. “Espero ser um exemplo para os outros. fique você mesmo, aproveite sua vida e seja feliz você mesmo! ”

Laevens irá competir no Campeonato Belga em Meulebeke no domingo, 10 de janeiro. Estamos felizes por rodar com ele em nossa equipe.

Pedro Pacífico, influencer literário, revela ser gay.


Pacífico assinala que através da literatura conseguiu ter um processo de autoconhecimento muito grande e que só conseguiu se aceitar recentemente, em 2020

Neste domingo (10), o advogado e influencer Pedro Pacífico, de 27 anos, usou seu Instagram @Book.ster para revelar aos seus 280 mil seguidores que é gay. Conhecido por usar as sociais sociais para dar dicas de títulos e fazer resenhas de obras para incentivar a leitores, Pacífico conta que a importância da representatividade foi um dos fatores que motivou revelar publicamente sua orientação sexual.

Pedro também conta que levou muito tempo para se aceitar e que essa aceitação foi algo recente, de 2020. “Talvez, quando criança, não tinha um referencial de pessoas gays que eu pudesse me espelhar e dizer: ‘Me identifico com essa pessoa'”, ponderou. No vídeo, o influencer também disse que está namorando e feliz, mas não citou nomes. “Booksters, tudo bom? Hoje venho aqui fazer um vídeo mais ‘amador’, porque é um bate-papo rápido com vocês sobre um tema que é bem íntimo e pessoal que eu venho querendo compartilhar com vocês. Acho que o momento é esse e estou muito tranquilo em falar isso com vocês. 

Na verdade eu vim falar aqui que sou gay. Acho que vocês podem até se perguntar: ‘Mas você precisa falar isso no seu Instagram de livros, você precisa falar disso? Isso é algo que hoje em dia precisa ser falado?’. E a verdade é que infelizmente isso precisa ser falado ainda. A partir do momento que a gente tem pessoas que sofrem preconceito diariamente, que são agredidas fisicamente e psicologicamente, é algo que pecisa ser dito porque não é normalizado como deveria ser”, contou. Pacífico também assinala que através da literatura conseguiu ter um processo de autoconhecimento muito grande e pôde entender diferentes perspectivas para mudar de opinião e perder preconceitos.

PEDRO, O PACÍFICO Pedro é advogado e sempre gostou muito de ler. Em meados de 2017, criou um espaço no Instagram para dividir sua opinião sobre os livros que lia. Como a leitura é um hábito, infelizmente não tão valorizado em nosso país, sentia falta de poder conversar com outras pessoas que também partilhavam do amor pelos livros. E foi aí que nasceu o @Book.Ster. Diariamente, Pedro compartilha dicas, sugestões e críticas com os seguidores. Cerca de um ano após a criação do perfil no Instagram, decidiu colocar as resenhas no site booksterpp.com.br.

Faxineiro gay com diploma universitário desabafa sobre preconceito: “Pra sociedade eu desci um degrau”.



O jovem Jefferson Nobre, de Sorocaba, interior de São Paulo, já sofreu diversos ataques preconceituosos, não só por conta de sua orientação sexual, mas devido a sua atual profissão. Com diploma universitário, ele não atua na área de formação e ganha a vida como diarista em casas de família.

“Precisei ir a luta para sobreviver e foi fazendo faxina que aprendi a dar valor, que cresci como pessoa, como profissional”, ele desabafou em suas redes sociais. Ele revela que foi motivo de piadas e até pensou em desistir, mas não sucumbiu às humilhações. “Só eu sei o quanto foi dolorido. Aguentei firme. Pra sociedade e ‘amigos’ eu desci um degrau simplesmente porque fui fazer faxina! Não me sinto inferior”.

Ele ainda termina o relato com uma mensagem de positividade. “Todo trabalho é digno! Respeito é necessário, independente de classe social, cargos, gêneros… Nunca deixe ninguém te menosprezar”, finaliza. Falou e disse Jefferson! Muito sucesso para você seja em qual caminho profissional que você decidir trilhar.

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