segunda-feira, janeiro 25, 2021

NOTÍCIAS DO MUNDO GAY

 Biden autoriza uso de bandeiras LGBTs em órgãos de seu governo: “Precisamos proteger estas pessoas”.



Nesta semana, o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, mostrou uma grande diferença de seu antecessor, Donald Trump, sobre o tratamento com a comunidade LGBTQIA+.

Biden autorizou o uso de bandeiras LGBTs em escritórios oficiais do governo e em toda diplomacia norte-americana pelo mundo, atitude que era vetada pelo governo Trump. “A violência contra a população LGBT aumenta no mundo. Os EUA precisam assumir seu papel de proteger essas pessoas”, disse Joe Biden diante do Senado dos EUA.

O ato é visto como um grande passo por mais igualdade e justiça para a comunidade LGBTQIA+, que foi menosprezada no governo do mandatário anterior. Biden é assumidamente um defensor das minorias e afirma que o país precisa unir todo o seu povo.

Vale ressaltar que outro ato importante no início do governo Biden, foi a nomeação de Rachel Levine, como a primeira autoridade transexual reconhecida pelo Senado.

A casa caiu! FBI prende organizadores da “Parada do Orgulho Hétero” nos EUA por invasão ao Capitólio.



Mark Sahady, vice-presidente da Super Happy Fun America (SHFA), grupo extremista de direita responsável por promover a “Parada do Orgulho Hétero” nos EUA, foi preso junto com Suzanne Lanni, de 59 anos, por participar de a violenta invasão do último dia 6 de janeiro ao Capitólio.

Uma postagem no dia 5 de janeiro no Twitter da Super Happy Fun America mostrou sete indivíduos desmascarados amontoados dentro de um ônibus, com Sahady e Ianni entre eles. O grupo teria patrocinado 11 ônibus para levar cerca de 300 pessoas à Washington para a invasão. Na rede social, o grupo se descreve como “uma organização de direitos civis de centro-direita com foco na defesa da Constituição americana, opondo-se à loucura de gênero e derrotando o marxismo cultural“.

Sahady e Ianni foram acusados ​​de entrar e permanecer intencionalmente em um prédio restrito sem autoridade legal e conduta desordenada. Ambos tiveram a liberdade condicional decretada, com os passaportes em posse do FBI e estão proibidos de deixar o estado. Eu acho é pouco!

Filho de político homofóbico nigeriano causa frenesi na internet ao sair do armário: “Sou Gay pra cara*ho”.



Bolu Okupe, filho de um ex-assessor presidencial nigeriano, Doyin Okupe, respondeu os homofóbicos que reagiram negativamente à sua recente saída do armário. Atualmente morando em Paris, o magia de 27 anos revelou há dois dias atrás em seu Instagram que é “gay pra cara*ho”.

No clique, Bolu aparece posando descamisado, vestindo apenas um short com as cores do arco-íris e segurando a bandeira símbolo do movimento LGBTQ+. “Sim, sou Gay pra cara*ho“, escreveu ele na legenda da imagem. Há pelo menos um ano ele vem falando sobre sua identidade e participação na comunidade em vários vídeos do YouTube. No entanto, a revelação repentina e aberta nas redes sociais causou um frenesi, especialmente em seu país, onde os direitos LGBTQ+ são severamente limitados e as relações entre pessoas do mesmo sexo são proibidas.

Bolu enfrentou vários comentários homofóbicos dizendo que estaria “morto” se viesse para outras partes da África e outros o chamando de “contra o nosso Deus“. “Espero que um dia você se eduque. Se não, não me importo; você morrerá ignorante e no lado errado da história”, respondeu ele a um hater, antes de desativar os comentários.

Pelo Twitter, Doyin não se mostrou surpreso com a revelação do filho. “Minha atenção foi atraída para uma publicação de meu filho de 27 anos, Bolu okupe, na qual ele declarou publicamente que é gay”, escreveu o ex-assessor presidencial. Ele continua dizendo que sabe da “nova orientação de seu filho por um tempo”, e que, como cristão, ele se “opõe veementemente à homossexualidade”, pois ela viola suas crenças religiosas. Doyin finaliza dizendo que prevê um “grande desafio espiritual pela frente” em seu relacionamento com seu filho.

Suruba gay acaba em ciúmes e “chuva de dinheiro” em Salvador.



"Ele pegou a bolsa que estava junto do companheiro e foi para sacada e começou a jogar o dinheiro todo da sacada"

Neste último sábado (17/01), em Salvador (BA), pedestres se depararam com uma cena pouco usual: uma “chuva” de dinheiro. O fato curioso ocorreu no Monte Pascoal Praia Hotel, um estabelecimento de luxo que fica na Avenida Oceânica.

Segundo presentes, notas cédulas de 100 e 50 reais foram lançadas pela varanda de um dos quartos do edifício e a soma dos valores pode chegar até 10 mil reais. 

Naturalmente, a situação gerou certo tumulto entre os transeuntes e levou as pessoas ao chão para catar as notas que se espalhavam pela calçada e pela pista. Segundo matéria do Fantástico (TV GLOBO), que falou com dois hóspedes que estavam dentro do quarto do hotel quando começou a “chuva”, o motivo da insanidade teria sido ciúmes. 

Atan, motorista de Uber e autor do vídeo que mostrou a cena e viralizou, conta que foi procurado pelo hóspede que jogou o dinheiro pela janela. Segundo o “cinegrafista”, o homem disse que havia sido traído pelo namorado e, ao descobrir, bêbado e com raiva, resolveu jogar dinheiro pela sacada. 

Outros dois participantes da cena foram encontrados, mas preferiram permanecer no anonimato. As versões diferem. Segundo o primeiro, ele mesmo havia recebido no quarto de hotel um casal que conhecera na praia, naquele mesmo dia. “Um deles ficou próximo de mim. E, do nada, o companheiro dele começou a discutir, a brigar com ele e quando eu menos vi, ele pegou a bolsa que estava junto do companheiro e nessa bolsa tinha bastante dinheiro, foi para sacada e começou a jogar o dinheiro todo na sacada”, disse o entrevistado. 

Já o outro envolvido disse que foi à Bahia com dois amigos, todos de Goiânia. Os três se hospedaram na suíte e convidaram alguém que conheceram na praia para o seu quarto. O dinheiro, de acordo com a segunda versão, era do grupo de amigos. A cena de ciúme foi confirmada, mas quem supostamente lançou o dinheiro pela sacada foi o tal quarto elemento convidado pelos goianos.

Mãe é condenada após homofobia com criança que dividia van escolar com seu filho.



Duas mulheres foram condenadas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a pagar R$ 8.800 para uma criança por crime de homofobia. As informações são do canal administrado pela advogada Mayara Silva Aires “Me ajuda, doutora?”,  que oferece informações jurídicas em linguagem mais acessível para o público.

Segundo a postagem, a mãe de uma das crianças chamou um colega do filho de “veadinho” dentro do transporte escolar.  A coerção aconteceu em público e em voz alta, como termos homofóbicos e até ameaças de morte. A mulher estava acompanhada de uma outra parente que participou do assédio. Anteriormente, a mãe homofóbica havia procurado o responsável pelo transporte para reclamar de um suposto “comportamento inadequado” do menino, alegando que a criança teria interesse sexual pelo seu filho.

O menino que foi vítima do ataque não quis mais voltar à escola, pois sentiu-se em perigo. O responsável pelo transporte não foi conivente com a atitude das agressoras e ajudou o menino a relatar o fato para a mãe, que procurou ajuda jurídica.

As duas mulheres foram condenadas a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 8.800 ao menino de 8 anos após os xingamentos e a intimidação feita a criança. Testemunhas confirmaram o caso e, de acordo com o voto do desembargador responsável, ficou comprovado o dano à criança. ‘As ofensas e ameaças dirigidas ao menor constituem fundamento para o pleito indenizatório uma vez que, a toda evidência, são hábeis a nele infligirem sentimentos de medo e submissão, vale dizer, a atingir, de forma relevante, seu elemento psíquico, o que configura dano moral indenizável”, afirmou no voto desembargador Maurício Campos da Silva Velho.

A publicação ainda termina com uma declaração de repúdio à origem das ofensas e uma mensagem de apoio à decisão judicial: “Sexualidade não é doença, não é anomalia, eu achei a condenação certíssima, e vocês?”

Jovem é preso por fingir ser massagista gay para abusar sexualmente de influenciadoras digitais.



A Polícia Civil do Rio anunciou nesta quarta-feira (20/01) a prisão de Matheus Calainho Cyranka, de 26 anos, que se passava por um massagista gay para abusar sexualmente de influenciadoras digitais. O acusado foi preso nesta terça-feira (19/01) em sua casa, no bairro Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

De acordo com as investigações da 16ª DP (Barra da Tijuca), Matheus abordava suas vítimas pelas redes sociais propondo a troca de seu serviço por divulgação. Pelo menos sete mulheres foram vítimas de Matheus nos últimos dois anos. Para que as vítimas não desconfiassem de suas verdadeiras intenções, Matheus se apresentava como homossexual ao oferecer seus serviços. Durante o procedimento, entretanto, ele chegava a tocá-las e até a se masturbar.

Uma das vítimas, a influenciadora digital Bruna Wright, de 21 anos, expôs o caso em seu Instagram. “Teve um momento que ele estava fazendo massagem e eu comecei achar meio estranho. Eis que olho pelo espelho e ele estava se masturbando enquanto fazia massagem. Quando eu vi a situação, tive uma reação ativa e parti para cima dele, expulsei de casa. Peguei a toalha e comecei a bater nele, falando ‘nojento, sai’. Ele saiu, foi embora muito rápido”, relata na rede social. Depois de divulgar sua história, outras meninas também revelaram ter passado pela mesma situação.

Segundo o Extra, Matheus admitiu aos policiais não ter formação em cursos de massagem e ter aprendido algumas técnicas assistindo a vídeos no YouTube. Ele irá responder pelo crime de violação sexual mediante fraude. A pena varia entre dois e seis anos de reclusão. De acordo com os advogados Caio Cytrangulo e José Victor Moraes, que defendem Matheus, o jovem é inocente e provará isso em juízo. “Ele está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos, razão pela qual não há motivos para a prisão preventiva“, informaram, em nota.

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