terça-feira, fevereiro 23, 2021

DIREITOS

 Presidente da Petrobras teria se recusado a dar R$ 100 milhões para Record e SBT.



O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, demitido na última sexta-feira por Jair Bolsonaro, “já vinha enfrentando problemas com o Palácio do Planalto”, diz Merval Pereira.

“Ele havia recusado um pedido do governo para colocar 100 milhões de reais em publicidade nas redes de televisão Record, do bispo Macedo, e SBT, de Silvio Santos.”

A publicação do jornalista Merval Pereira em sua coluna no jornal O Globo no último domingo (21), envolvem duas importantes redes de TV aberta do nosso país, SBT e Record TV, em um escândalo que custou a demissão do até então presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, sob a ordem de Jair Bolsonaro.

A coluna afirma que a gota d’água para demissão do economista teria sido o fato de uma recusa do governo para colocar R$ 100 milhões em publicidade na rede do bispo Edir Macedo e de Silvio Santos. Este foi apenas um dos fatores que pesaram na balança.

Eduardo Bolsonaro faz campanha para ONU incluir seu pai em lista de líderes contrários à “ideologia de gênero”.


Sem citar nomes, organização condenou governos que disseminam ataques contra a democracia, imprensa e mulheres

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) foi às redes sociais nesta segunda-feira (22) para defender que o presidente Jair Bolsonaro seja incluído em uma suposta lista da Organização das Nações Unidas (ONU) com nome de líderes contrários à chamada “ideologia de gênero”.

O parlamentar compartilhou uma publicação do deputado bolsonarista Gil Diniz, o “Carteiro Reaça”, sobre a suposta lista da ONU. Na legenda, Eduardo escreveu: “Favor não esquecer de Jair Bolsonaro”.

Na abertura do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, nesta segunda-feira, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, afirmou que alguns líderes têm impedido o acesso à informação sobre a pandemia da Covid-19 para disseminar “desinformação mortal”.

Sem citar o nome dos países, ele também denunciou uma “pandemia de abusos” contra a imprensa, contra a democracia e contra mulheres. A informação é de Jamil Chade, no UOL.

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