sexta-feira, março 12, 2021

DIREITOS

 STF discute se aceita denúncia da PGR contra Daniel Silveira.



O STF (Supremo Tribunal Federal) julga, nesta 5ª feira (11.mar.2021), se aceita denúncia da PGR (Procuradoria Geral da República) contra o deputado Daniel Silveira (PTB-RJ). Ele foi preso depois de gravar vídeos com ameaças e xingamentos a ministros do Supremo.


Relator da 'rachadinha' no STJ ainda espera informações do TJ-RJ para pautar recursos de Flávio Bolsonaro.



O STJ mantém suspensos os julgamentos de dois recursos da defesa de Flávio Bolsonaro no inquérito da rachadinha.

Nesta quarta-feira, o Tribunal de Justiça do Rio informou ao relator Félix Fischer que ainda está levantando as informações solicitadas a respeito do andamento da ação contra o senador.

Em 23 de fevereiro, a Quinta Turma anulou as quebras de sigilo bancário e fiscal determinadas pelo juiz de primeira instância Flávio Itabaiana.

Os dois recursos pendentes pedem o reconhecimento da incompetência do juiz e a ilegalidade do relatório de inteligência financeira do Coaf.

Na semana passada, O Antagonista revelou que Flávio comprou em Brasília uma mansão de R$ 6 milhões, mas teria pago apenas R$ 1 milhão ao empresário Juscelino Sarkis. Outros R$ 3,1 milhões foram obtidos por meio de empréstimo junto ao BRB.

João Amoêdo: Impeachment do Bolsonaro é prioridade.



O fundador do Partido Novo foi às redes comentar os novos índices de desaprovação de presidente e afirmou que os "brasileiros não aguentam a péssima gestão da pandemia"

O fundador do Partido Novo, o banqueiro João Amoêdo, foi às redes comentar a pesquisa Atlas, divulgada nesta quinta-feira (11), onde 54,6% dos brasileiros defendem o impeachment do presidente Bolsonaro.

“Cada vez mais brasileiros não aguentam a péssima gestão da pandemia, o favorecimento dos filhos, o descaso com a agenda econômica e as mentiras. O impeachment é prioridade”, escreveu Amoêdo.

Em pesquisa encerrada nesta quarta-feira (10), a consultoria Atlas revela que o presidente é avaliado como ruim ou péssimo por 57% da população. É o pico de uma escalada que começou em novembro do ano passado, quando a taxa era de 46%. Em janeiro, a marca apurada foi 53%.

O porcentual mostra uma relação direta com a pandemia. Em maio do ano passado, no início do pico da primeira onda, a avaliação negativa de Bolsonaro chegou a 58%.

Ao mesmo tempo, a avaliação positiva caiu para 25% – eram 31% em novembro e 28% em janeiro. Atualmente, 18% classificam como regular a gestão de Bolsonaro.

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