sexta-feira, março 05, 2021

MINHA VIDA GAY

 Como está o primeiro trisal a ter seus nomes registrados na certidão de nascimento da filha.


Ian Jenkins, Alan Mayfield e Jeremy Allen Hodges foram todos listados com sucesso na certidão de nascimento de sua filha Piper, em 2017

O primeiro trisal gay a ser legalmente nomeado como pais de uma menina em sua certidão de nascimento disse que a vida deles é “notavelmente normal”. A informação é do Pink News.

Ian Jenkins, Alan Mayfield e Jeremy Allen Hodges foram todos listados com sucesso na certidão de nascimento de sua filha Piper em 2017, após uma intervenção histórica por um tribunal da Califórnia, nos EUA.

Recentemente, eles tiveram um segundo filho, chamado Parker, que levou Jenkins a falar sobre sua experiência de paternidade em um novo livro chamado Três pais e um bebê.



“O fato de Piper ter três pais simplesmente não é grande coisa”, Jenkins escreveu em um trecho do livro no New York Post.

“Algumas pessoas parecem pensar que é sobre muito sexo ou algo assim, ou somos instáveis ​​e devemos fazer coisas malucas. [Mas] é realmente extraordinariamente comum e doméstico em nossa casa e definitivamente não é Tiger King “, acrescenta ele, referindo-se ao documentário de sucesso da Netflix.

Jenkins passa a escrever sobre os desafios que ele e seus parceiros enfrentaram ao ter filhos, incluindo as taxas legais exorbitantes.

Ele observa que “casais gays não chegam à paternidade por acidente” e que pode ser caro e complicado. 

Os homens finalmente ganharam o direito de ter todos os três pais nomeados na certidão de nascimento de Piper, pouco antes de seu nascimento. Se a batalha legal deles tivesse falhado, um dos pais teria que enfrentar a dolorosa realidade de ser um ninguém legal para sua filha.

O trio apareceu recentemente no The Morning Show no Channel 7 da Austrália, onde discutiram a criação de uma família não convencional.

Naquela entrevista, Jenkins revelou que queria falar sobre sua experiência para que outras famílias que estão fora da norma saibam que elas também podem lutar por melhores proteções legais.

Apresentadores de telejornal “gay friendly” parabenizam ao vivo repórter que casou com namorado.


Flávio Fachel e Silvana Ramiro chamaram a a tenção na manhã desta quarta-feira ao parabenizar Edivaldo Dondossola

Os apresentadores do “Bom Dia Rio”, da Globo, Flávio Fachel e Silvana Ramiro chamaram a atenção na manhã desta quarta-feira ao parabenizar o colega Edivaldo Dondossola “pelo dia especial de ontem“, em referência ao casamento dele com o namorado, Pedro Dias. A informação é do jornal O Dia.

Surpreso, Edivaldo disse que não esperava que Fachel e Silvana tocassem no assunto. “A intenção é essa mesmo”, brincou Fachel.



O telejornal da Globo prova mais uma vez que é “gay friendly“. No Dia dos Namorados do ano passado, o repórter Erick Rianelli, aproveitou uma entrada ao vivo para se declarar para seu marido, Pedro Figueiredo.

“Pessoal, tenho que mandar um recado. O Pedro está assistindo a gente, eu já falei com ele. Pedro Figueiredo, nosso colega, repórter, meu amor, meu marido. Eu te amo. Feliz Dia dos Namorados pra gente e para todos os casais apaixonados que estão nos assistindo. Que todo mundo tenha um dia dos namorados maravilhoso.”

Sexualmente versátil, jovem gay fala sobre como é ter doença rara que pode matá-lo se ele for passivo.



O escritor Chris Moore, autor de Gut Feelings e Fall Out, contou ao Pink News sobre a doença rara que o impede de ser passivo, ato que poderia provocar sua morte. Segundo Chris, ele descobriu sua homossexualidade aos 11 anos, no entanto, pouco tempo depois precisou ser internado em um hospital por conta do disgnótico da doença.

“Quando foi feita a colonoscopia, veio o diagnóstico de que eu precisaria remover meu cólon, o que eu fiz aos 13 anos“, lembra o escritor. “Foi necessário começar a retirar o revestimento do meu reto quando eu tinha 17 anos. Fiquei me perguntando o que isso significava para mim. Eu não tnha me assumido. Passei muitos anos entre cirurgias tentando entender o que significava ser gay e aceitar isso“.

“Lembro-me de falar com minha mãe e de ser encaminhado até a enfermeira, que me disse que, se eu fosse gay, nunca seria capaz de ser passivo quando se tratasse de sexo anal. Se o fizesse, teria uma hemorragia e possivelmente morreria, porque isso desalojaria os pontos que prendem o intestino delgado ao que sobrou do reto“, conta Chris, que sequer havia ficado com outros meninos. “A escolha foi tirada de mim. Então, eu nunca saberei realmente quais seriam minhas preferências sexuais, mas parte de mim acredita que eu seria versátil”, afirma. “Eu teria gostado de experimentar todos os aspectos do sexo e da sexualidade, mas minha doença apresenta complicações.“

“Aprendi muito jovem que precisava ouvir meu corpo, falar sobre meus sentimentos. Há momentos em que me sinto privado de experiências sexuais, mas lembro a mim mesmo que estou vivo e, por todas as limitações, sou digno“, finaliza o escritor.

Nenhum comentário:

Postar um comentário