terça-feira, maio 18, 2021

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 Bolsonaro ‘quinta-série’ responde a IstoÉ que o chamou de “brocha” e “gay passivo”: “Não adianta me cantar”.



O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) resolveu responder ao colunista da Isto É, Ricardo Kertzman, que publicou artigo nesta segunda-feira (17) onde afirma que ele deve ser “brocha” e “gay passivo”.

Bolsonaro retuitou post da revista e escreveu: “Não adianta tentar me cantar! Já disse que não jogo no time de vocês!”

De acordo com Kertzman, “se há algo que esconde, ou melhor, entrega, algumas preferências secretas, conscientes ou não, do amigão do Queiroz, é a quantidade e frequência com que repete piadinhas velhas e infantis sobre os gays. A fixação pelo “rabo”, então…”.
Kertzman prossegue: “outro tema recorrente do pai do senador das rachadinhas e da mansão de seis milhões de reais é a disfunção erétil, mais conhecida como brochada. Dia sim e dia também, o sujeito jacta-se de ser “imbrochável”. Será mesmo, hein?”

Ao final, ele afirma: “uma coisa é certa: homossexual latente ou não; brocha (ou meia-bomba) ou não, o presidente da República é, no mínimo, retrógrado, preconceituoso, inconveniente e infantil. É o tiozão do churrasco. Na verdade, é um tremendo de um babaca”.

Deputado bolsonarista diz que câncer de Bruno Covas foi agravado por uso de máscara.



"Porque as células precisam de respiração. Isso é ciência, respirar é ciência", disse Giovani Cherini (PL-RS), pedindo, "por favor, não vamos misturar alho com bugalho". "Saúde é coisa séria, vamos discutir a coisa séria".

Vice-líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara, o deputado gaúcho Giovani Cherini (PL-RS) afirmou durante reunião da Comissão e Constituição e Justiça (CCJ) na manhã desta segunda-feira (17) que o uso de máscara para proteção contra a Covid-19 agravou o câncer que vitimou o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB).

“A nação brasileira está sofrendo de ansiedade e sabe por quê? Por causa do uso de máscara. Falaram tanto do nosso querido e saudoso Bruno Covas, que eu fui colega na Câmara, a máscara que ele usou durante toda a campanha pode ter prejudicado o câncer que ele teve”, disse o deputado.

Ao justificar sua fala, ele afirmou que “é ciência”. “Porque as células precisam de respiração. Isso é ciência, respirar é ciência”, disse ele, pedindo, “por favor, não vamos misturar alho com bugalho”. “Saúde é coisa séria, vamos discutir a coisa séria”.

Em última carta, Bruno Covas critica postura de Bolsonaro na pandemia e fala em resgate do PSDB.



Bruno afirmou também que, "de cabeça erguida", estava enfrentando os "desafios que a vida (lhe) impõe". "A luta é dura e árdua, mas não esmoreço e sigo em frente", escreveu.

Em sua última carta, escrita para um evento que oficializou a filiação do vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, ao partido, o prefeito Bruno Covas (PSDB) agradeceu às manifestações de apoio dos companheiros de partido e afirmou que, “de cabeça erguida”, estava enfrentando os “desafios que a vida (lhe) impõe”. “A luta é dura e árdua, mas não esmoreço e sigo em frente”, escreveu.

Na carta, Bruno fez críticas à postura do governo do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) diante da pandemia. Além disso, ele fala ainda em resgate do PSDB, “um resgate do nosso manifesto de fundação”.

Covas morreu aos 41 anos na manhã deste domingo, 16, vítima de câncer.

No texto, que foi lido na última sexta-feira (14), pelo secretário-geral do PSDB, Carlos Balotta, o prefeito também rememorou as marcas que a pandemia de covid-19, chamada por ele de “tragédia”, vem deixando na vida dos brasileiros.

Eduardo Bolsonaro divulga vídeo onde participa de matança de javalis.



Logo após a caçada, o deputado tirou foto ao lado de fazendeiros com dezenas de animais mortos.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) participou, neste final de semana, de uma caçada com armas pesadas de javalis silvestres, no distrito de São Chico, em São Francisco de Assis (RS), na propriedade de Mauro Maia.

Durante a caçada, os participantes gritam de alegria e se abraçam a cada animal abatido. Logo após a caçada, o deputado tirou foto ao lado de fazendeiros com dezenas de animais mortos.

No Brasil, a espécie é considerada invasora e prejudicial à flora e à fauna e sua caça é autorizada desde que haja um registro ativo de “controlador”. Os animais vieram do Uruguai no século XX e se proliferaram pela região da fronteira.

Neste domingo, o deputado divulgou através de sua conta do Twitter o 2º encontro nacional pela liberdade próarmas, com ato em Brasília. Todos os cidadãos de bem estão convidados.

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