terça-feira, julho 13, 2021

MINHA VIDA GAY

 Quase arrastado para fora.



Darrell - Canada + Manitoba + St. Theresa Point

Vivendo em uma comunidade isolada na província de Manitoba, sempre soube que era diferente da maioria dos meninos da minha idade. Os sentimentos que eu teria por um menino, enquanto eles tinham sentimentos por uma menina. Eu lia livros enquanto eles tocavam Yu-gi-oh! cartões. Às vezes, eu desenhava um menino bonito de quem gostava na escola.

Outros meninos me perguntavam quem eu achava fofo. Às vezes era o menino me perguntando, mas eu tinha a sensação de que ele queria dizer qual garota eu achava bonita. Eu apontei para uma garota aleatória, “Incrível! Eu também acho ela fofa!” Eu me senti aliviado. Sempre achei que era um menino mau por achar que meninos são fofos. Eu rezaria a Deus para que eu não crescesse para ser um homem que ama um homem.

Os anos se passaram. Durante o ensino médio, eu ainda tinha sentimentos por garotos, mas os ignorei. Foi então que aprendi os termos “gay” e “homossexual”. Isso também é quando outros meninos me chamavam de nomes como bicha, garoto gay, e eu não gostava nada deles. Eu queria acabar com isso. Eu cansei disso. Eu não sabia. A vida era difícil.

O ensino médio também não foi fácil. O bullying e os xingamentos pioraram. Eu desisti. Aceitei minha sexualidade dois meses antes de confessar para meus pais. Eu já tinha revelado para minha irmã. No último dia de junho, tive uma discussão com minha irmã. Eu a irritei tanto que ela ameaçou contar aos meus pais através de uma mensagem no Facebook. Na noite anterior à sua chance, decidi que deveria contar aos meus pais que sou gay. Eu havia praticado em minha cabeça o que dizer. Eu chorei a noite toda. Eu tinha planejado me matar, mas não o fiz.

Acordei meus pais às 7 da manhã e fiquei na porta e eles perguntaram o que havia de errado. Eu disse a eles que eles iriam me odiar. Eles me garantiram que nada do que eu fizesse os faria me odiar. "Eu sou gay." Assim que disse as palavras a bíblia foi aberta. Eu disse a minha mãe que orei a Deus para me mudar toda a minha vida. Continuei chorando e chorando.

Hoje meus pais estão bem com isso.

Jack Dylan Grazer, de “Shazam” e “Luca”, revela ser bissexual.



Grazer também torce para que uma continuação de Luca haja um romance entre os protagonistas

O ator Jack Dylan Grazer (17), mais conhecido pelo filme “Shazam”, de 2019, e por ter dublado o recente “Luca”, do Disney+, ao ser questionado se era gay, em uma live do Instagram, disse que é bissexual. 


“Sou bi”, disse Grazer, depois de duzer “Silenzio Bruno!” – referência a uma fala famosa do personagem Luca, do filme homônimo lançado para o Disney+, que muitos defendem que faz uma alegoria LGBT devido à amizade do protagonista com o coprotagonista, Alberto.

Jack Dylan também concedeu uma entrevista ao site CinemaBlend dizendo torcer para que, em uma possível continuação do longa-metragem, os personagens principais se apaixonem.

Carmo Dalla Vecchia se declara gay e alerta sobre alto índice de assassinato a trans no Brasil.



O apresentador falou abertamente sobre sua sexualidade na tarde deste domingo, 11, e contou estar casado com o autor João Emanuel Carneiro.

O ator Carmo Dalla Vecchia, 50 anos, surpreendeu o público durante sua participação no quadro “Super Dança dos Famosos”, na Rede Globo, na tarde deste domingo (11). Antes de apresentar sua performance com o hino “We Are Family”, de Sister Sledge, Vecchia pediu a palavra ao apresentador Tiago Leifer para fazer uma homenagem ao marido e ao filho do casal, Pedro, e alertar sobre o alto índice de assassinato a pessoas trans no Brasil.

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“É uma música que fala basicamente sobre sororidade, empatia e família. E eu gostaria pessoalmente de fazer uma homenagem muito grande à minha família. Então, eu gostaria de mandar um beijo muito grande e declarar o meu amor ao meu filho, Pedro, ao meu marido, João. Gostaria muito de declarar esse amor aos dois. Eu acho muito importante esse posicionamento, para que outras pessoas também possam ver isso e se sentir iguais. Eu sou um cara extremamente feliz, extremamente realizado, com uma profissão que eu amo fazer, com amigos, com uma família que me aceita exatamente do jeito que eu sou. Só que a gente vive num país que não necessariamente é assim. Se o meu exemplo pode servir para ajudar outras pessoas, para ter essa representatividade, eu fico muito feliz de ser essa pessoa”, disse o ator.




“Só que a gente vive num país que não necessariamente é assim, então se o meu exemplo pode servir para ajudar outras pessoas, para ter essa representatividade, eu fico muito feliz. Gostaria de falar também que é uma coisa que eu importante, que nos temos um recorde no Brasil que é muito triste, nós somos o país que mais mata trans do mundo. Isso é coisa muito triste, muito feia e isso fala muito da nossa educação ou da falta dela, então eu acho que as pessoas deveriam pensar de uma maneira bastante séria”, finalizou.

Carmo Dalla Vecchia é casado com João Emanuel Carneiro, autor de novelas como “Avenida Brasil” (2012) e “Da Cor do Pecado” (2004).

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