sexta-feira, julho 09, 2021

POLÍTICA

 Janones destrói discurso de fraude em eleições de Bolsonaro: “Desculpa porque vai tomar uma coça no ano que vem”.



Em bom mineirês, André Janones desconstruiu "falsa narrativa" de Bolsonaro. "Vossa excelência vai levar uma taca nas eleições do ano que vem, vai tomar uma lapada, um coro, uma coça, que vai perder até o rumo de casa. E já ciente disso começa a arrumar as desculpinhas esfarrapadas". 

Em discurso no plenário da Câmara, o deputado André Janones (Avante-MG) destruiu a argumentação de Jair Bolsonaro (Sem partido) que tem feito a defesa do voto impresso com denúncias vazias sobre uma possível fraude nas eleições 2022 para favorecer o ex-presidente Lula, que surge com ampla vantagem nas pesquisas para a eleição presidencial.
Em bom mineirês, Janones diz que Bolsonaro cria uma “falsa narrativa para manipular o ‘povo brasileiro’ contra o voto eletrônico” e manda o presidente “lavar a boca”.

“Primeiro eu quero dizer ao presidente para lavar a boca para falar a palavra ‘povo’, porque ele não sabe o que é ‘povo’. O ‘povo’ para qual o presidente da República fala é o ‘povo’ que mata vereadora, é o ‘povo’ da milícia, é o ‘povo’ que ele paga com dinheiro público para vir aqui na porta da Câmara defendê-lo. Esse é o ‘povo’ que o presidente fala”, diz Janones.

Na sequência, o deputado mineiro diz que se houvesse fraude nas urnas ele nunca teria sido eleito e que Bolsonaro propaga uma “desculpa esfarrapada” contra a “coça” que vai levar nas eleições presidenciais no próximo ano.

“Vossa excelência vai levar uma taca nas eleições do ano que vem, vai tomar uma lapada, um coro, uma coça, que vai perder até o rumo de casa. E já ciente disso começa a arrumar as desculpinhas esfarrapadas, treinando gente para ir lá e dizer ‘votei num candidato e aparece o nome de outro’. Tudo mentira. Tudo militante pago com dinheiro público”, diz Janones.

Marco Aurélio critica militares no governo Bolsonaro: 'onde vamos parar?'



Prestes a se aposentar no STF, o ministro afirmou que "os militares são do Estado e não do governo"

O ministro do STF Marco Aurélio Mello demonstrou preocupação com a atuação dos militares no governo Bolsonaro.

Prestes a se aposentar na Corte, o magistrado criticou, em entrevista à Rádio Eldorado, a atuação de integrantes das Forças Armadas na política.

“Os militares devem estar na caserna, nos quartéis. Eles são militares do Estado e não do governo. Onde vamos parar?”, disse..

Questionado sobre possíveis riscos à democracia, Marco Aurélio afirmou que “o povo não quer golpe”.

Ontem, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM) afirmou que as Forças Armadas deveriam estar “muito envergonhadas” com o envolvimento de militares em “falcatruas” do governo. Horas depois, o Ministério da Defesa divulgou uma nota de repúdio à declaração do senador.

Marco Aurélio também comentou o andamento da comissão. O ministro disse que é preciso tomar cuidado para a CPI “para não extrapolar seus limites”, mas admitiu que “é latente a possibilidade de responsabilizar o presidente da República pelo negacionismo”.

Filiação de Bolsonaro ao Patriota para 2022 está cada vez mais distante.



Está cada vez mais distante a filiação do presidente Jair Bolsonaro ao Patriota para disputar a reeleição em 2022. Pesou, segundo interlocutores do presidente, a resistência interna liderada por Ovasco Resende, que está em pé de guerra com o presidente da legenda, Adilson Barroso.

Barroso chegou a promover mudanças no estatuto partidário para abrir caminho para a filiação de Bolsonaro no mesmo dia em que foi anunciada a filiação do senador Flávio Bolsonaro (RJ). Alegando nulidades, o grupo de Ovasco, vice-presidente do partido, contes
tou o movimento, judicializou a questão e, em troca, tentou afastar Barroso do comando da legenda.

Sem partido desde 2019, quando deixou o PSL em meio a um racha na legenda, Bolsonaro segue sem partido para disputar a reeleição — ele precisa estar filiado até seis meses antes do pleito de 2022.

O presidente tentou encampar a criação de um partido próprio, o Aliança pelo Brasil, mas, sem o número mínimo de apoiamentos reconhecidos pela Justiça Eleitoral, a ideia também não prosperou. Assim, é dado como certo que ele irá para um partido já existente.

Embora tenha outras legendas cotadas para abrigar o presidente, como o PTB de Roberto Jefferson, o PRTB de Hamilton Mourão ou o PP, pelo qual já foi deputado, há uma variável que também dificulta o "casamento": Bolsonaro não abre mão de exercer o controle sobre o partido que irá recebê-lo.

Doria e Lula sobem



João Doria e Lula são os pré-candidatos à Presidência da República para 2022 que estão ganhando mais musculatura nas pesquisas de intenção de voto. Em levantamento divulgado na noite desta quarta-feira, 7, pelo PoderData, o governador de São Paulo redobrou o fôlego na corrida pelo Palácio do Planalto e aparece empatado em terceiro lugar com Ciro Gomes, ambos com 6%.

Porém, ao contrário do pedetista, que apresentou queda em relação à pesquisa anterior, Doria ainda disputará prévias no PSDB e aparece com boas perspectivas para seguir escalando na corrida eleitoral. Já o ex-presidente petista ampliou a vantagem na liderança, com 43%, ante 29% de Jair Bolsonaro. O nome mais forte do DEM, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta registrou 3%.

Doria bate Bolsonaro em 2º turno

O levantamento da PoderData também trouxe outra boa razão para animar o pré-candidato do PSDB. Em uma simulação de segundo turno contra Bolsonaro, Doria bateria o atual presidente por 44% a 39%. Já em um eventual confronto entre Lula e Bolsonaro, o petista venceria com uma margem maior: 55% a 32%. A pesquisa consultou 2,5 mil eleitores entrevistas em 421 municípios em todos os estados e o Distrito Federal entre segunda (5) e quarta-feira (7).


2 comentários:

  1. Por favor não subestime a minha inteligência, e desde quando alguém que frauda assume que fraudou???? O ser humano si acredita naquilo que lhe convém independente da verdade.

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  2. Hummm adorei esses paus todos deliciosos

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