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Dicas de Saúde

 

 As doenças sexualmente transmissíveis (DST), conhecidas por doenças venéreas, são transmitidas essencialmente pelo contato direto, mantido através de relações sexuais onde o parceiro ou parceira necessariamente porta a doença, e indireto por meio de compartilhamento de utensílios pessoais mal higienizados (roupas íntimas), ou manipulação indevida de objetos contaminados (lâminas e seringas). Os principais agentes patogênicos são os vírus, as bactérias e os fungos. Essas doenças acometem principalmente o público jovem, tanto de países em desenvolvimento como industrializados, conseqüência de vários fatores de relevância familiar e governamental: a promiscuidade (descuido) individual com a saúde e a carência ou mesmo a falta de programas educativos. De modo geral, o uso de preservativo, associado a alguns cuidados, impedem o contágio e disseminação. 

Contudo se não forem diagnosticadas e tratadas corretamente, além do processo infeccioso, podem levar à infertilidade, gravidez, surgimento de outras doenças oportunistas e até a morte. Algumas das principais DSTs:


Cancro Duro (Sífilis)


  • A sífilis é uma doença infecciosa e contagiosa causada por uma bactéria: a Treponema pallidum. Ela é adquirida, principalmente, via contato sexual desprevenido, com parceiro infectado. Pode ser transmitida de mãe para feto: sífilis congênita.



    Conhecer sobre ela é de extrema importância, uma vez que, não sendo curada, pode manifestar complicações sistêmicas e, inclusive, causar problemas como cegueira, paralisia e danos cerebrais.


    Seus principais sintomas podem ser confundidos com o de outras doenças sexualmente transmissíveis. Assim, o diagnóstico confirmatório deve ser feito, buscando em amostras de sangue a presença de anticorpos anti-Treponema neste material.

    A presença de ínguas na virilha e de pequenas feridas de bordas endurecidas e profundas, ambas indolores, são características da primeira fase. Essas manifestações surgem aproximadamente 15 dias após o contato com a bactéria e, entre três e seis semanas, desaparecem sem deixar cicatrizes. Em razão dessa última característica, o indivíduo pode acreditar que já se curou, deixando de fazer o tratamento.

    Quando isso ocorre, após um período de latência que varia entre seis e oito semanas, a doença volta a se manifestar, afetando a pele e órgãos internos de acordo com o grau de comprometimento destes. Dores de cabeça e garganta, mal-estar, febre, além de perda de apetite e de peso são alguns sintomas. O surgimento de ínguas em outras regiões do corpo e lesões de pequeno diâmetro, róseas ou violáceas, planas e indolores são outras características da segunda fase desta DST. O indivíduo pode permanecer nesta por tempo indeterminado, podendo durar a vida toda.

    A fase terciária é, na maioria das vezes, destrutiva e incapacitante. Ela consiste na evolução crônica da doença, apresentando sintomas relacionados aos órgãos mais debilitados por ela, podendo levar à morte.

    A sífilis pode ser evitada com o uso da camisinha e tratada com a utilização da penicilina: procedimentos que evitam esta gama de complicações.

    Recomenda-se que o infectado não tenha relações sexuais neste período.

  •  A gonorréia é também conhecida pelos nomes: blenorragia, uretrite gonocócica, esquentamento, corrimento, escorrimento e pingadeira. É uma doença causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que afeta, principalmente, a uretra, tanto de homens quanto de mulheres. 

    Como é uma DST (doença sexualmente transmissível), a prática sexual desprevenida - inclusive anal e oral - é uma forma de transmissão. Assim, ânus e faringe podem, também, se comprometer. A probabilidade de contaminação após o relacionamento com um parceiro doente é de 90%. 

    Bebês correm o risco de serem infectados por suas mães, no momento do parto, apresentando danos oculares. 

    Nos homens, inflamação, incômodo ao urinar e secreção com pus – características semelhantes às que ocorrem quando há infecção anal. Ínguas na região da virilha podem aparecer. 

    Raramente, a bactéria se dissemina pela circulação sanguínea. Tal fato pode desencadear danos à epiderme, articulações, cérebro, faringe, olhos e válvulas cardíacas. 

    diagnóstico é feito pela análise do histórico do paciente e exame da secreção. O tratamento é feito com o uso de antibióticos, geralmente em dose única. A penicilina deixou de ser utilizada em razão da grande resistência que as bactérias adquiriram a ela. No caso da gonorréia ocular, chamada conjuntivite gonocócica, é acrescido o uso de colírios de nitrato de prata. 

    Muitos postos de saúde distribuem as medicações gratuitamente. 

    Relações sexuais e bebidas alcoólicas devem ser evitadas neste período e por mais uma semana após o tratamento. Os parceiros de pessoas infectadas devem, também, se consultar, a fim de verificar se houve contágio. 

    Não tratada de forma correta, pode causar infecção dos órgãos do sistema genital, com condições de originar esterilidade. 

    O uso da camisinha (ou abstinência sexual) e o pré-natal são as únicas formas de evitar a gonorreia.

  •  

    Herpes Genital

    O herpes genital, ou herpes tipo 2, é uma doença sexualmente transmissível causada pelo Herpes simplex vírus do tipo 2, principalmente, ou tipo 1. Caracteriza-se por meio de pequenas e dolorosas lesões na pele e mucosa desta região, que desaparecem espontaneamente cerca de uma semana após seu surgimento. Cerca de 80% das pessoas infectadas não apresentam sintomas, mas podem transmitir a doença. 



    Além da transmissão por via sexual, inclusive em modalidades anal e oral, bebês podem ser infectados no momento do parto, de mães adoecidas. Contato direto com lesões ou objetos contaminados são outras formas de contágio. O período de incubação varia entre um e 26 dias, aproximadamente. 


    Ardor, coceira, formação de ínguas e formigamento podem ocorrer antes do surgimento das vesículas, estas que se apresentam agrupadas. No homem, aparecem mais frequentemente no prepúcio. Pode haver corrimento e ardência ao urinar, mal-estar e febre. 

    Em sua primeira manifestação, mal-estar, febre, dor de cabeça e doresmusculares e articularespodem ser sentidos pelo paciente. Felizmente, os outros episódios tendem a ser mais brandos e curtos. 

    Dificilmente é eliminada do organismo, pois o patógeno tende a migrar pela raiz nervosa, se alojando em gânglios neurais. Desta forma, é considerado um tipo de infecção recorrente que se manifesta, geralmente, em períodos em que o indivíduo está com baixa imunidade. 
    Para diagnóstico, exame físico e uma boa conversa com o médico podem ser suficientes para detectar a doença. Biópsia e cultura de tecidos, para isolamento do vírus, podem ser necessárias. 

    Analgésicos e anti-inflamatórios são receitados pelo médico para alívio da dor. Antibióticos para uso tópico e limpeza com soro fisiológico também são indicados. 

    O uso da camisinha e a higienização da região genital antes e depois da relação sexual podem preveniro herpes genital. Mulheres que pretendem engravidar ou que estão grávidas devem buscar informações a fim de evitar a possibilidade de transmissão deste vírus aos bebês.

  • Candidíase


    Conceito:
    A candidíase,é uma das causas mais frequentes de infecção genital. Caracteriza-se por coceira, ardor, dor na relação sexual. As lesões podem estender-se pelo períneo, região perianal e virilha. No homem apresenta-se com hiperemia da glande e balanopostite e eventualmente por um leve edema e pela presença de pequenas lesões em forma de pontos, avermelhadas e pruriginosas. Na maioria das vezes não é uma doença de transmissão sexual. Em geral está relacionada com a diminuição da resistência do organismo da pessoa acometida. Existem fatores que predispõe ao aparecimento da infecção : diabetes melitus, uso de antibióticos e medicamentos (que diminuem as defesas imunitárias do organismo, obesidade, uso de roupas justas etc. 

    Transmissão:
    Ocorre transmissão pelo contato com secreções provenientes da boca, pele e dejetos de doentes ou portadores. A transmissão da mãe para o recém-nascido (transmissão vertical) pode ocorrer durante o parto.

    Tratamento:
    Medicamentos locais e/ou sistêmicos. 

    Prevenção:
    Higienização adequada. Evitar vestimentas muito justas. Investigar e tratadoença(s) predisponente(s). Camisinha. 



    Lendas e mitos sobre a Glande de Tyson

    Lendas e mitos
    Coisas que você jamais tente fazer, porque ao invés de te ajudar, pode te causar lesões e ainda não ter resultado nenhum. O único resultado é que as glândulas, vão se desenvolver mais ainda. Relações de mitos:
    1° Colocar papel higiênico na glande antes de dormir
    2° Colocar creme dental "colgate" nas glândulas.
    3° Usar os anti-verrugas naturais ( os que prometem milagres pra retirar verrugas).
    4° Usar pomadas contra acnes.
    5° Passar álcool


    Em alguns homens quase não se percebem a presenca dessas glândulas. Porém, em outros elas são mais desenvolvidas. Entre 10 cirurgias que foram feitas na glande, para a retirá-las, apenas em 3 o pênis ficou com uma boa aparência. Por isso é aconselhavel deixá-las, já, que elas não causam dor, não irritam e não são contagiosas. É importante que todos, tantos homens e mulheres saibam da existência dessas glândulas e que as mesmas é um achado normal nos homens.

    Ao lavar a glande, evite de colocar um papel higiênico por dentro, pra que o mesmo possa mante o seu pênis seco. Isso só irá piorar a situação. fazendo com que as glandulas aumentem de tamanho.

    Se eu não me engano 60% das consultas à urologistas nos EUA são relacionadas às glândulas de tyson, mas saiba que essas glândulas fazem parte da fisiologia do pênis e não há nada de anormal em você. O tamanho das mesmas é definido pela sua genética, em algumas pessoas elas são maiores e em outras elas são praticamente invisíveis.., mas há algumas coisas que você pode fazer para evitar que elas aumentem ou fazer com que elas diminuam um pouco.  Primeiro não tente tirá-las, expremê-las, etc, isso só vai fazer as mesmas aumentarem. Segundo, mantenha a glande quanto mais seca possível, secando-a bem após o banho, e caso você não tivesse passado por uma circuncisão eu diria pra você manter a pele puxada, evitando cobrir e umedecer a glande..  

    Caso elas realmente te incomodem (e parece que é o caso) você pode optar por um micro procedimento cirúrgico que é basicamente a remoção dessas glândulas por meio de um bisturi elétrico. Qualquer urologista que possua experiência com cirurgia domina um procedimento desses. Talvez não seja fácil você convencer um urologista de plano de saúde, mas insista e explique que você não se sente nem um pouco a vontade para manter relações sexuais e que isso com certeza é um fator importantíssimo na vida de qualquer jovem. Geralmente costuma-se passar um gel analgésico em todo o pênis (imagino que sejam dolorosas como qualquer anestesia) e o procedimento de cauterização dura uns 5 minutos. Mais se não quiser tirar também é normal. Só ignorantes não sabem que isso faz parte da fisionomia do orgão masculino. 

    No entanto esse procedimento tem lá seus efeitos colaterais, tal como perda de sensibilidade no local da cicatriz (pois as glândulas serão queimadas e um tecido cicatricial será formado na região), a cicatriz poderá ficar visível, e claro que como todo procedimento cirúrgico sempre há os riscos de se contrair uma infecção ou uma alergia aos medicamentos pós-cirurgia. Teria sido melhor se não tivessem deletado a foto pois eu poderia avaliar e dizer pra você se isso é na verdade uma implicação sua.. afinal a hipertrofia dessas glândulas estão presentes em cerca de 20%~30% da população masculina e a maioria sequer se dá conta disso. Em geral o grande problema está na mente (vergonha,medo), e lembre-se que uma garota ou garoto da sua idade estaria com tanto tesão que sequer perceberia ou ligaria pra bolinhas brancas num pênis.
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